Arquivo da categoria: Criança nos EUA

Mackinac Island -MI

IMG_1755Para muitas pessoas o estado de Michigan se resume a cidade de Detroit e a indústria automobilística, porém como já mencionei aqui no blog, Michigan é um estado repleto de belezas naturais e cidadezinhas encantadoras!

Neste verão, depois de quase quatro anos morando aqui, fomos conhecer a famosa Mackinac Island, uma pequena ilha que fica bem na divisa entre a Lower (LP) e a Uppper península (UP) de Michigan. Historicamente a ilha teve uma grande importância estratégica no passado por ficar localizada bem no estreito de Mackinac que liga o Lake Michigan com o Lake Huron, dois dos cinco grandes lagos americanos. Hoje a ilha é reconhecida como patrimônio histórico (muitas de suas casas foram construídas entre os anos de 1700 e 1800) e é sem dúvida um dos destinos de férias de verão mais conhecidos daqui. A população da ilha gira entorno de 500 habitantes, mas no verão chega a ter em média 15 mil visitantes por dia!

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Os casarões centenários da ilha! Lindos! A maioria deles hoje são hospedagens do tipo  Bed&Breakfast

Saímos no sábado pela manhã de casa e depois de quatro horas de estrada estávamos em Mackinaw City. A idéia era já fazer o check-in no hotel antes de pegar o ferry para a ilha mas como só poderíamos entrar depois da 3pm,  deixamos o carro no estacionamento do hotel, pegamos as nossas bikes, abastecemos as mochilas com comidinhas e trocas de roupa para as crianças e pedalamos até o píer de onde saem os ferrys, que era bem pertinho do hotel, bem no centrinho da cidade.

Optamos em ficar hospedados em Mackinaw City pois os preços são mais em conta do que na ilha, porém o hotel é aquele “padrão Michigan”, o que quer dizer que pagamos $170 a diária (Fairview Beachfront Inn) para ficar em um hotel antigo,  com café da manhã (bem fraquinho) compartilhado com o hotel do lado e cuja única infraestrutura que o hotel oferecia, que era a piscina (que eles chamavam de waterpark, mas que de waterpark não tem nada), não conseguimos usar pois só abria depois do meio-dia (no sábado quando chegamos estávamos na ilha nessa hora e no dia seguinte o nosso check-out era as 11 da manhã. Existem várias opções de hospedagem na cidade, acho que não tivemos sorte desta vez…pelo menos ele era pé na areia no Lake Huron.

Se o valor da diária não é problema para você, recomendo ficar hospedados na própria ilha que tem opções boas de hotel e de bed-and-breakfast, mas é bom fazer as reservas com antecedência durante os meses de verão em Michigan. E se for para gastar mesmo fiquem hospedados no Grand Hotel, um hotel de luxo histórico com diárias na casa dos $900 dólares na alta temporada (totalmente fora do nosso budget rsrsrs). Cabe lembrar que, infelizmente, não é permitido acampar na ilha, mesmo 80% dela ser um State Park.

Para se chegar na ilha é preciso pegar um ferry que sai da cidade de Macknaw City (LP)ou de Saint Ignace (UP), o trajeto dura em torno de 20 minutos e é feito por duas companhias, a Star Line Mackinac Island Ferry  e a Shepler’s Mackinac Island  Ferry. O serviço das duas companhias é praticamente o mesmo e no site você terá acesso a informações sobre preços e horários. Optamos pela Shepler’s pois estava com promoção de criança free na compra de adulto e compramos os tickets  on-line para aproveitar o desconto. Um fato curioso é que na ilha não entram carros, então você terá que deixar o seu carro nos estacionamentos que essas empresas oferecem. Para se locomover na ilha você terá a opção de andar a pé, alugar bicicleta ou de andar de charrete.  Optamos por levar as nossas bikes pois já temos a cadeirinha do bebe acoplada. Cabe lembrar que tivemos que pagar $10 dólares a mais por bike no ferry.

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Em Mackinaw City aguardando o Ferry

Um fato interessante é que durante o inverno de Michigan este trecho do lago fica completamente congelado, então os ferrys não funcionam. O único meio de acesso para ilha é através de snowmobiles que percorrem um trecho seguro do lago congelado chamado de “ice-bridge” que liga Mackinaw City a ilha. Os snowmobiles são os únicos veículos motorizados autorizados a chegar na ilha.

O passeio de ferry até a ilha  foi gostoso, ficamos na parte de cima que é aberta então tivemos uma vista privilegiada da Mackinac Bridge. Conforme o ferry se aproxima da ilha ele passa do lado de um farol e já dá para contemplar a fachada dos casarões históricos da ilha, muitos deles em estilo vitoriano, além do forte Holmes e do Grande hotel.

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No ferry a caminho de Mackinac Island com a famosa Mackinac Bridge ao fundo

Desembarcar em Mackinac Island é como voltar no tempo, a rua principal, que na verdade é uma estrada, a M-185 (única estrada dos Estados Unidos que não permite veículos motorizados) é margeada por casarões antigos que hoje são sede de diversos restaurantes, lojinhas, locadoras de bicicletas e hotéis. Ao invés de carros nas ruas temos charretes puxadas a cavalo e muitas, muitas bicicletas! Para manter a ordem, tem lugares demarcados para estacionar as bikes ao longo da rua, locais exclusivos para as charretes e guarda de transito para garantir a ordem. Por ser um sábado a ilha estava bem cheia e as calçadas estreitas  dominadas por pedestres que cruzavam a rua de um lado para o outro o que requeria muita atenção quando estavámos pilotando as bicicletas.

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Ao chegar em Mackinac Island voce já se da conta que a bicicleta é o principal meio de transporte local

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Depois das bikes, os cavalos são a outra opção de transporte na ilha.

Optamos em seguir a avenida sentido sul da ilha e conforme nos afastávamos do centro o tumulto foi diminuindo. Esta rua/ciclovia contorna toda a ilha e tem a extensão de aproximadamente 8 milhas (13 km de circunferência) e pode ser percorrida de bike ou a pé. Os passeios a cavalo ficam mais concentrados no centrinho. Também tem diversas trilhas pelo interior da ilha para quem gosta de hiking.

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A rua/estrada (M-185) que contorna Mackinac Island

Claro que tem pontos turísticos tradicionais na ilha como o Arch Rock, o Fort Holmes, boboletário, museu, igreja e o Grand hotel mas preferimos nos concentrar no passeio de bike contornando a ilha e apreciar a vista do alto da Arch Rock pois só tínhamos praticamente uma tarde na ilha. Para quem for passar o final de semana na ilha vai ter tempo suficiente para os programas turísticos.

Como estava um dia lindo de sol (mas com um ventinho típico do norte de Michigan claro) a água do lake Huron estava transparente  e com um tom azul lindo! As praias que se formam na ilha não tem areia e sim muitas pedras, então as pessoas constroem castelos de pedras ao longo da margem o que da um efeito visual super bonito e diferente! E é claro que os meninos adoraram brincar nas pedras. Ao longo do nosso trajeto paramos para um lanchinho e apreciar a vista que era linda! Depois estacionamos as bikes no acesso para o Arch Rock que é que uma formação rochosa em forma de arco no alto do morro com vista para o lago. A escadaria que leva até lá tem por volta de 200 degraus mas não é difícil de subir e lá fomos nos com as crianças. Lá em cima tinha bastante gente, muitas tinham chegado de charrete por uma trilha interna. Tem alguns bancos para descansar e um mirante com uma bela vista para o Lake Huron. Todo mundo (claro!) queria tirar uma foto com a Arch roch ao fundo então, tivemos que esperar um pouco para conseguir tirar as fotos e usar estratégias para não sair nenhum desconhecido de “papagaio de pirata” na mesma…fato típico de lugares turísticos.

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Escadaria que leva ate a Arch Rock

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A famosa Arch Rock. Lá embaixo a estrada na qual viemos pedalando!

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Vista do Lake Huron do mirante da Arch Rock

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Praia de Pedras de Mackinac Island

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Castelos/faróis de pedras!

Não demos a volta toda na ilha pois o Theo já estava cansado de pedalar (estávamos com a nossa bike dupla onde eu pedalava na frente e ele ia atrás ajudando a pedalar e o Leo em outra bike com o Thomas na cadeirinha), então demos meia volta e retornamos pelo mesmo trajeto. Já era por volta de 5 horas da tarde quando chegamos novamente no centrinho da ilha, estacionamos as bikes e fomos almoçar/jantar no restaurante Pink Pony, o qual eu tinha lido bons reviews na internet. Este restaurante fica dentro de um hotel e o ambiente é antigo e meio vintage. Com relação a comida esta estava boa  mas nada diferente do padrão americano de ser. O kids-menu tinha as opções de sempre dos restaurantes (tender fingers, hamburguinho, grilled-cheese ou macarrão com queijo).

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Centrinho de Mackinac Island

Ao saírmos do restaurante a ilha já estava mais vazia e o tempo estava começando a esfriar. Pedalamos um pouco no outro sentindo mas logo voltamos para pegar o ferry de volta para Macknaw City. Na volta viemos na parte de dentro do ferry pois o vento estava desagradável na parte externa. O interior do ferry é bem grande com bastante assentos e as janelas grande permitem um boa vista lá de fora, e a esta hora, as luzes da Mackinac Bridge já estavam acesas!

Quando voltamos para Mackinaw City pedalamos de volta para o hotel para ai sim, fazer o nosso check-in. No começo da noite demos uma volta pela cidade, tomamos um sorvete e fomos até  beira do lago ver o sol se por na Mackinac Bridge. Agora no verão o dia começa a escurecer  por volta das 9 e meia da noite apenas, o que faz o dia render bastante!

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Por-do-sol na Mackinac Bridge! Lindo!

Na manhã seguinte passeamos pela cidade, fizemos algumas fotos e antes de virmos embora almoçamos no Nonna Lisa’s Restaurant que tem uma decoração bem bacana em estilo cabana com animais empalhados e lareira (o Thomas ficou um pouco assustado com os bichos) e a comida estava muito boa, fugindo um pouco do cardápio típico americano.

Mackinaw city também é uma gracinha de cidade com varias opções de hotéis, restaurantes e lojinhas e passagem obrigatória para quem vai sentido upper península. Vale a penas dedicar um dia para passear e conhecer a cidade.

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Uma das paradas obrigatórias em Mackinaw City. Este é um dos melhores pontos para se ver a Mackinac Bridge!

Espero que tenham gostado de conhecer mais um pedacinho de Michigan aqui no blog! Visitem o perfil do blog no Instagram (@morarmoseua), tem sempre fotos novas por lá!

Abraços

Juliana

Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos e fotos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole.

Mais lugarzinhos de Michigan nos posts abaixo!

Fim de semana em Petoskey-MI

Upper Peninsula de Michigan

Praias de Michigan

Traverse City -MI

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Como é ter um filho bilingue

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Este ano irá fazer 4 anos que estamos morando aqui nos EUA. Quando chegamos aqui em 2013 o Theo tinha acabado de completar 5 anos e hoje ele já está com quase 9 anos, isto é,  ele mora aqui nos EUA quase a mesma quantidade de tempo em que ele morou no Brasil e está totalmente adaptado a cultura daqui e é fluente na língua inglesa.

Vocês que acompanham o meu blog desde de o inicio sabem que ele chegou aqui sem falar uma única palavra de inglês e acompanharam a minha ansiedade no primeiro dia de aula dele aqui. Ele se adaptou muito rápido a vida escolar nos EUA e nunca me deu trabalho ou preocupações neste quesito. Muitas mamães me escrevem com muitas dúvidas e preocupações sobre a adaptação das crianças nas escolas aqui nos EUA, o que é completamente normal pois eu também saí do Brasil com o coração na mão com relação a este assunto e chegando aqui percebi que a preocupação era mais minha do que dele. Claro que cada criança tem um ritmo, algumas vão se adaptar mais rápido outras vão precisar de mais um tempinho mas no final todas se adaptam, criança são como esponjas absorvem tudo muito rápido, principalmente se a família encarar todo este processo de maneira positiva, com calma e com muito amor!

Também recebo muitas perguntas com relação ao português do Theo e se ele está esquecendo ou misturando as palavras. Em casa conversamos apenas em português o que ajuda a manter a língua materna presente diariamente no cotidiano dele. Além disso, ele não gosta de conversar em inglês comigo ou com o pai, mesmo quando estamos em um ambiente onde todas as pessoas falam inglês como na escola ou na casa de amigos americanos. No meio de uma conversa onde todos estão falando  a língua inglesa ele sempre se dirige a mim e ao pai em português. As vezes isso é meio chato pois as outras pessoas não entendem o que estamos falando e sempre temos que lembrá-lo para falar em inglês nesses momentos mas ele diz que é estranho conversar em inglês comigo. Acho que porque o meu inglês não é tão bom quanto o dele rsrsrsr, mas eu também não me sinto natural quando converso com ele em inglês (na frente dos amigos dele por exemplo).

Mas isso também varia de criança para criança. Tem crianças brasileiras que gostam tanto de falar em inglês que acabam falando em casa com os pais também e se os pais não insistem em manter o português em casa o inglês vai dominado até chegar ao ponto da criança parar de falar em português totalmente e quanto se vê obrigada a falar, fala misturando as línguas pois ela acaba esquecendo algumas palavras do português por falta de uso.

O inglês do Theo é ótimo, ele já foi dispensado do programa ESL da escola há um bom tempo e segundo amigos americanos e a professora ele não tem sotaque nenhum do português, se comunica como qualquer criança americana. Ao vê-lo brincado com os amigos eu percebo que ele fala um inglês bem rápido e já usa várias gírias, o que me deixa perdida algumas vezes pois chega ao ponto de eu não entender o que a criançada esta falando dentro da minha própria casa! rsrs

Esta facilidade do Theo de transitar entre as duas línguas como se fosse a coisa  mais natural do mundo se deve ao fato de ele ter chegado aqui já falando português fluentemente. O que eu percebo é que filhos de brasileiros que nasceram aqui ou crianças que chegaram muito novinhas e que ainda não falavam português quando deixaram o Brasil tendem a tornar o inglês como sua língua principal, principalmente depois que entram na escolinha. Cabe aos pais se esforçarem ao máximo para manter o português em casa pois a tendência nestes casos é da língua portuguesa ficar meio de lado.

O Thomas nasceu aqui, então vou ter que ter essa dedicação de ensina-lo o português. Aqui em casa só conversamos em português com ele (inclusive o Theo), mas o  inglês já faz parte da audição dele, seja pelos desenhos da TV, música no  carro ou quando converso em inglês com as pessoas. Sei que as duas línguas já estão sendo assimiladas pelo cérebro dele. Ele começou a falar algumas palavrinhas bem básicas do português e li que crianças nascidas em um ambiente bilíngue tendem a demorar um pouquinho mais para falar pois o cérebro  esta assimilando toda essas informações novas. Vamos ver como vai ser.

Mas o principal conselho que eu posso dar para os pais que estão mudando de país é que preservem o português em casa, insistam, não deixem seu filhos perderem a língua materna, não converse com os seus filhos em inglês. Ser bilingue é  falar bem as duas línguas!! O português é importante para manter os laços com o seu país, para poder conversar com os avós, titios e primos do Brasil,  faz parte da história e da cultura da criança. Sei que tem gente  que acha o máximo chegar no Brasil e ver o filho falando em inglês com as pessoas, eu particularmente acho que isso não tem sentido e só serve para encher o ego dos pais, sinceramente falando.

O meu desafio agora será alfabetiza-lo em português. Ele já lê e escreve em inglês e consegue ler um pouco em português (temos vários livrinhos e gibis em português aqui em casa) mas por ter aprendido a escrever em inglês através do som das palavras  ele não consegue escrever em português que é uma língua silábica. Mas eu sei que vai depender de mim incentiva-lo e arrumar um tempo para sentar junto com ele e praticar a escrita e a leitura em português. Eu até comprei uma cartilha na última vez que estivemos no Brasil, começamos a trabalhar com ela mas acabei parando pois achei melhor ele focar bem na leitura e escrita em inglês primeiro por causa da escola pois estava ficando meio confuso para ele, mas vou tentar começar a alfabetização dele em português novamente depois das férias de verão.

Espero que tenham gostado do post!

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Grande abraço

Juliana

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Enxoval de bebe – O que vale a pena comprar nos EUA

Quando engravidei do meu primeiro filho há 8 anos atrás, eu  ainda morava no Brasil e como qualquer mamãe eu ficava doida com preço das coisas nos Estados Unidos pois era muito mais barato que no Brasil. Por sorte, na época o meu marido viajava muito para os EUA a trabalho então consegui montar praticamente todo o enxoval do Theo lá e até mesmo, quando ele já estava maior, ainda trazíamos roupas, tênis e brinquedos tudo dos EUA quando viajávamos ou quando ele ia a trabalho.

Adiantando o tempo…

Em 2015, quando fiquei grávida do Thomas me senti realizada pois como já morava em terras americanas,  eu poderia comprar todas aquelas coisas lindas de bebe! Lojas como a BuyBuyBaby, BabyRUs e Carter’s praticamente na esquina de casa,  sem contar  a Amazon que entrega qualquer coisa que você imaginar em 2 dias na porta da sua casa!

Bom, como estávamos aqui nos EUA mesmo, não tínhamos porque ter pressa para comprar as coisas do bebe ou seja, entrar em uma loja e já comprar todo o enxoval para o primeiro ano de vida da criança. Resolvemos ir comprando aos poucos conforme fôssemos precisando, não tinha porque comprar um cadeirão se ele só ia começar a se alimentar por volta dos seis meses entendem?

Pois bem, agora vem a realidade difícil de se acreditar! Consegui fazer o enxoval de bebe  mais enxuto do mundo morando aqui nos EUA!! Acabei comprando apenas o que foi necessário e o que ele usou e usa realmente.  O que ajudou também a me controlar nos gastos foi que não  era o meu primeiro filho então, não cometi o erro de comprar coisas desnecessárias ou inúteis, normal com as mães de primeira viagem.

Resolvi escrever este post para colocar aqui o que eu comprei e que valeu a pena comprar pois sei que muitas mamães  ficam perdidas na hora de montar o enxoval do bebe pois é muita coisa!

Então vamos a lista!

1-Bebe-conforto e carrinho: Muitooooo mais barato que no Brasil! Mas vou dar uma dica,  o bebe conforto é muito prático no sentido de tirar o bebe do carro sem ter que acorda-lo e,  acoplar o bebe conforto no carrinho facilita a vida nos passeios mas…. usei o bebe conforto do Thomas até ele completar 9 meses, depois ele ficou apertado lá dentro e tivemos que comprar aquela cadeirinha que fica fixa no banco do carro (car-seat). Optamos pelo modelo que pode ser posicionado tanto virado para traz como para frente então a criança vai poder usar por muitos anos até praticamente ir para o booster dependendo do modelo, então vale a pena o investimento!

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Este modelo Gracco 4EVER é para crianças de 4 até 120lb (1.81kg até 54kg!)

2-Mamadeiras: Também tem um preço muito bom mesmo convertendo de dólares para Reais. Usei a da marca Dr Brown e gostei muito (tinha usado com o meu mais velho também), a parte de higienização das peças requer um pouco mais de tempo mas nada que de tanto mais trabalho assim. As da Avent também são muito boas!

4-Escorredor de mamadeira:  Esse eu não comprei (pois achava desnecessário) mas ganhei  de uma amiga e achei ótimo! E fica até que bonitinho na pia da cozinha.

5-Aspirador Nasal : Comprei o  da Safety 1st (clearway nasal)  e amei! (bem melhor que o da nosefrida pois a pontinha dele é de silicone), item indispensável, o único que realmente tira caca do nariz das crianças! Na época do Theo não conhecia esse tipo de aspirador nasal, então eu usava aqueles tipo “pera” e era um sofrimento para tirar as cacas. Uso junto o sorinho da marca  Boogie Saline.

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Sorinho Boogie Mist

6-Pack and Play (o famoso chiqueirinho): Como a minha casa é sobrado deixo o pack&play no andar de baixo,  e como este modelo vem com trocador acoplado ajudava muito quando ele era mais novinho. É ótimo para levar nas viagens.

7-Produtos da Marca Skip-Hop: Nao são super necessários mas são lindos e fofos! Comprei o jogo de pratinho,  e uma lancheira térmica! Se você gosta da marca  vale a pena comprar aqui nos EUA pois no Brasil custa um absurdo!

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mochila linha zoo da skiphop

8-Lixeira Genie – lixeiro aqui só passa  uma vez por semana, então só essa lixeira para segurar o cheiro de fralda suja!

9-Booster para alimentação: Com o Theo tive cadeirão e era aquele trambolho no meio da cozinha. Desta vez optei por esse booster da Fisher-price (tem de outras marcas também)  que é super prático de prender na cadeira, de por a criança dentro e de limpar (dá para lavar na pia da cozinha).  E dá para levar para restaurantes, cada da vó, da amiga que não tem filhos …

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Booster para alimentação uper pratico!

10-Roupinhas da Carters : Os produtos da Carters tem uma qualidade muito boa (vão da máquina de lavar para a secadora quase todos os dias aqui em casa), são fofos e tem preços muito bons, além de sempre ter promoção no site e cupom de desconto!! A dica que eu dou é comprar sempre uma numeração acima do seu bebe pois a confecção é pequena. O  meu com 6 meses usava a numeração de nove meses, com nove a de 1 ano e agora já compro 24 meses (fica meio grande mais assim dá para usar por mais tempo). A numeração newborn (nb) é bem pequeninha e eu só indicaria para quem teve bebes prematuros, para recém-nascido vá de numeração  3 meses.

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11- Carrinho do tipo guarda-chuva: Toda mãe vai querer ter aquele super carrinho, daquela super marca, com tração nas 4 rodas, ABS, air bag etc (rsrsrs), mas tenha também um simples que fecha no estilo guarda-chuva. Quebra um galhão nas viagens, principalmente no aeroporto (você pode despacho-la na porta do avião), facilita a vida no dia a dia pois ele é leve, fácil de abrir e fechar e cabe tranquilo no porta-malas do carro deixando sobrar espaço para outras coisas.

O meu escolhido foi este Summer Infant 3DLite

12-Protetor Solar: Depois dos 6 meses os médicos normalmente liberam os protetores solares para o bebe e aqui nos EUA eles são muito mais em conta que no Brasil, então vale muito a pena já fazer um estoque! Tem muitas marcas boas, eu gosto dos da Neutrogena mas íi vai de gosto e do que melhor se adapta na pele do seu bebe.

O que eu não comprei e nem senti falta:

-cadeirinhas que balançam com luzes e sons:  eu não usei com o Theo e não achei necessidade de comprar para o Thomas

-Aquecedor de mamadeira

-Aquecedor de lencinho umedecido

-Cadeira de amamentação (nada melhor que o meu sofá e Netflix durante as mamadas)

Acho que é isso,  seu eu lembrar de mais coisas eu atualizo o post.

Abraços

Juliana


Link das lojas:

BuyBuyBaby

Carter’s

Amazon

Baby RUs

Conhecendo o Texas

 

Dallas- Texas

Aproveitamos o feriado da Páscoa para conhecer o estado do Texas. Escolhemos esse destino pois era um lugar que nós ainda não conhecíamos, é quente e queríamos aproveitar a viagem para reencontrar duas famílias de amigos que não víamos há muito tempo e que moram por lá.

 Quero deixar aqui registrado que a minha idéia de um Texas com uma paisagem mais árida  tipo os filmes de cowboys que agente vê na TV ou de um lugar mais rústico foi por água abaixo quando desembarcamos em Dallas. Paisagem muito verde, cidade com avenidas largas, limpa, muita construção nova! Estradas para todos os lados e muito viadutos ligando todos os lugares. Na verdade, nós  que moramos em Michigan é que estamos no interior rsrs.

Uptown Dallas

Tiramos um dia para passear por Dallas e conhecer um pouco a região.   Estacionamos o nosso carro no subsolo do Museu de Artes de Dallas e pagamos $10 para deixar o carro lá o dia inteiro. Bem frente ao Museu de Arte tem um parque muito legal chamado Klyde Warren Park para ir com as crianças pois tem um splash playground onde as crianças podem brincar e se molhar. O dia estava quente por volta de uns  24°C o que para nós de Michigan é calor, então os meninos se divertiram bastante no parque. Na hora em que chegamos estava tendo aula de ioga no gramado do parque e tinham bastante gente participando e também estavam chegando vários foods trucks. Neste parque mesmo pegamos o bondinho/trolley (de graça) para ir até a região da uptown que é onde se concentra vários restaurantes.  Estes bondes  antigos que foram restaurados, fazem um trajeto bem legal pela uptown de Dallas e você pode descer e subir em qualquer ponto de parada que estão sinalizados nas ruas por onde ele passa e além do mais você não precisa pegar o carro e pagar outro estacionamento.

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Klyde Warren Park

Paramos para almoçar em um restaurante chamado Bread Winners Café&Backery, o restaurante é bem bacana as tem várias opções de comidas, lanches e cafés. O que eu gostei nesse restaurante foi o pátio interno com bastante plantas e com luz natural que foi onde ficamos para almoçar, outra coisa que eu achei  interessante foi o kids menu na contra capa de um livro infantil e a única falha do restaurante foi ausência de trocador infantil nos banheiros. Como precisava trocar a fralda do Thomas perguntei para o garçom se tinha algum lugar que eu poderia trocar-lo e ele me encaminhou para uma sala que não estava sendo usada no momento no restaurante onde havia vários sofás onde pude trocar.

Bread Winners Cafe

Trolley de Dallas

Não consigo entender qual a dificuldade dos estabelecimentos em colocar trocador nos banheiros, é uma coisa tão simples! É só fixar na parede o trocador inclusive, no banheiro masculino, deveria ser obrigado por Lei a ter.

Depois de almoço caminhamos um pouco a pé pela região da Uptown de Dallas e  encontramos uma cafeteria de chocolate chamada Sablon Chocolate Lounge e como não resistimos a um chocolate entramos lá para uma sobremesa.

No dia seguinte fomos conhecer o Distrito histórico Fort Worth Stockyard. É um quarteirão da cidade que reproduz o Texas antigo com a estação ferroviária, área de rodeio, desfiles de boi restaurantes especializados em carnes e as lojas que vendem artigos de couro como  botas e os chapéus de caubóis. Almocamos no H3 Ranch, um restaurante com estilo bem texano e comemos uma costela muito boa! Foi um passeio bem legal e o mais próximo que cheguei daquele Texas que aparece em Filmes.

Fort Worth Stockyards

Em Dallas ficamos hospedados na casa de amigos, então não tenho indicação de hotel por lá. Seguimos viagem de Dallas sentido Houston com um pequeno desvio no caminho na cidade de Waco pois o Leo descobriu um lugar para fazer wakeboard de cabo (Cable Park) e como em Michigan não tem e só faz calor três meses por ano ele quiser aproveitar a viagem pra matar a saudade de fazer wakeboard. O lugar é bem legal tem uma boa estrutura e os meninos se divertiram. Almoçamos em Waco mesmo em um restaurante de rede chamado Texas Roadhouse, surpreendentemente a carne e os acompanhamento que pedimos estavam muito bons! (Depois de mais de três anos morando nos EUA não  esperamos muita coisa de restaurantes de rede).

Cable park em Waco

Chegamos em Houston  já a noite em baixo de chuva! Como estávamos bem cansados da viagem fomos direto para o hotel. Ficamos hospedados no Sheraton Houston Brookhollow pois como deixamos para fazer a reserva em cima da hora era o com valor mais em conta, ficava um pouco afastado do centro mas para nos não tinha problema. O  hotel era bom mas já está pedindo uma renovação principalmente dos banheiros. Também não tinha frigobar no quarto o que para quem viaja com crianças faz falta (enchemos o balde de gelo que tinha no quarto com gelo para conservar o iogurte que tínhamos com a gente).

 Na manhã seguinte, tomamos café da manha no hotel e fomos direto para o Space Center da NASA . Passamos o dia todo lá e é um passeio bem legal para se fazer com crianças, principalmente meninos que tem essa afinidade com astronautas, foguetes e o espaço. Nossa ideia era fazer um almoço mais tarde em alguma churrascaria brasileira em Houston, mas saímos muito tarde da NASA e tínhamos combinado de jantar na casa de uma amiga brasileira que mora em Houston, então seguimos direto para a casa dela. Foi ótimo reencontra-la e para tornar a visita melhor ainda os pais dela estavam lá de visita e eles são uma família muito querida por nós, mesmo sem nos ver há muitos anos! Para quem mora longe da família e doa amigos esses reencontros aquecem o coração!

Nasa Space Center

Nasa Space Center

 

Por dentro do Space Center

Saturno V

No dia seguinte os nossos planos de passear na parte da manhã pelo centro de Houston furaram pois estava chovendo e tínhamos que voltar dirigindo até Dallas (4 horas) para pegar o nosso voo de volta para Michigan. Antes de sairmos de Houstom paramos em uma padaria Mexicana chamada El Bolillo Bakery que vende todos os tipos de pães gostosos que você pode imaginar, inclusive pão francês! O único problema é que não tinha mesinhas lá dentro para comer, mas enchemos a nossa bandeja de gordices e fizemos pic-nic de café da manha no carro mesmo.

Nossa bandeija de pãezinhos do El bolillo

A viagem foi corrida mais super legal! Com certeza Houston pede mais dias de visita porém deu pra conhecer um lugar novo e reencontramos amigos queridos!! Gostamos muito do Texas e recomendamos viajar para lá sim! Dizem que Austin e Santo Antonio são muito legais também!

Blogs com dicas ótimas sobre o Texas:

Aprendiz de Viajante

Alo Houston!

Abraços

Juliana

Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole.

Detroit e arredores com criancas

É isso mesmo! Tire da sua cabeça aquela imagem da cidade de Detroit que você vê nos filmes e aproveitem para desbravar lugares bem bacanas que tem por aqui com a criançada!

Para os dias frios:

Michigan Science Center Science 

Este é um passeio que agrada crianças de todas as idades e aos pais também já que dá para se divertir junto com elas! Tem o cinema IMAX e atrações especiais, é só ficar de olho na programação!

Detroit Institute of Arts

É um museu de arte, nem todo mundo gosta, mas tem obras de pintores mundialmente conhecidos como Van Gogh e Picasso o que pode agradar crianças maiores.

The Henry Ford Museum

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É um museu que conta a história da indústria  automobilística e da indústria aqui nos EUA. Não é um museu de “colocar a mão” como o Science e sim mais de olhar as máquinas e os automóveis expostos, mas vale a pena conhecer! A parte do trens é bem bacana e aqui fica uma dica: escondido atrás da área dos trens tem um espaço com poltronas e vários legos e trenzinhos para as crianças brincarem enquanto os pais dão uma descansada.

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O lugar escondido para os pais descansarem um pouco enquanto as crianças brincam.

Sea Life Michigan Aquarium

É um aquário pequeno que fica dentro de um shopping de Outlets mas é novinho,  muito bem dividido e agradou muito o meu filho de 8 anos! Os destaques são os tubarões, a moreia gigante , o polvo e as tartarugas marinhas.

Ann Arbor Hands On Museum

Um lugar para a criança colocar a mão na massa e se divertir com experiências e brincadeiras! Recomendo para crianças a partir  de 2 anos até 10 anos.

Mt Brighton Ski Resort

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Quem disse que não da para esquiar em Michigan!? Ta certo que não temos montanhas altas mas para quem não é um expert em Ski alpino da para se divertir bastante! Voce pode comprar o passe e locar os equipamentos para esquiar por conta própria ou se inscrever  online nas aulas de Ski para aprender o básico.

AirTimeTrampoline 

Um galpão repleto de camas elásticas para a criançada pular e gastar todas as energias! E os papais podem pular junto também.

Legoland Discovery Center

Fica dentro do mesmo outlet do Sealife Auarium e é um lugar bacana para crianças de 2 até uns 8 anos.

Para os dias quentes:

Greenfield Village

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Vila histórica linda que pertence ao complexo do Henry Ford Museum. Voce vai passar um dia inteiro la dentro! Fique de olho na programação do site para os dias que tem eventos especiais! Fomos no feriado de memorial Day e foi muito bacana ver toda a reprodução da Guerra Civil Americana!

Detroit Zoo

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Tem gente que gosta e tem gente que não de zoológicos. Eu morro de dó dos bichinhos ali presos e sendo exibidos mas…criança gosta de ver bichos e o zoológico de Detroit é bem legal! A aérea do urso polar é a mais concorrida com  certeza! A  área  nova dos pinguins acabou de ser inaugurada  também!

– Passear no Detroit River Front

DSC00187.JPGA região que beira o Detroit River em frente ao prédio da GM foi toda revitalizada e vale a pena o passeio! E o Canadá esta ali do outro lado do rio.

Kensington Metro Park

Adoramos este parque! Se você é residente vale a pena comprar o passe anual. Tem atrações para todas as estações do ano. No verão tem as “praias”, splash playground com toboagua, tem uma fazendinha, inúmeras áreas de picnic com playground, área de churrasqueira, trilhas para andar de bike, aluguel de caiaque, pedalinho e canoa. No inverno a área para fazer sled é bem bacana! Fique de olho na programação pois o parque tem vários eventos!

The Adventure Park

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Para que curte arvorismo este é o lugar! Um lugar super bem estruturado repleto de circuitos de arvorismo demarcados por grau de dificuldade e ziplines!

Heritage Park em Farmington Hills

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Um parque bem legal para levar a criançada  para brincar no verão e fazer um pic-nic.

Para crianças maiores que curtem esportes vale a pena levá-las assistir aos jogos dos times de Michigan:

Baseball (Tigers) –Commerica Park

Futebol Americano (Lions)

Basquete (Pistons)

Hockey (Red Wings) 

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Para levar a criançada para almoçar ou jantar:

Rain Forest Cafe

Hard Rock Cafe

Buddys Pizza

Mora aqui na região de Detroit? Tem alguma dica para dar? Deixe nos comentários!!

Bom divertimento!

Abracos

Juliana

Como vestir as crianças no inverno

 

O cansativo voo de volta …

Saindo de GRU, mal sabia o que me esperava kkkkk!

Depois de três anos morando aqui em Michigan esta foi a primeira vez em que pegamos um voo com escala. Quando compramos os bilhetes para as nossa viagem para o Brasil não conseguimos comprar um voo direto de São Paulo para Michigan então, tivemos que fazer uma conexão em Atlanta.

Aproveito para lembrar que, para quem está viajando com crianças, para sair do Brasil se o passaporte não tem o nome dos pais você é obrigado a apresentar um documento que pode ser o RG da criança ou a certidão de nascimento com o nome de ambos os pais. Apresentei o RG do Theo junto com o passaporte dele e no caso do Thomas, como ele tem passaporte americano, não precisei apresentar outro documento, porém tive que entregar aquela guia branca que recebi no voo quando vim para o Brasil e que foi carimbada com a data de entrada dele no país (pois ele entrou como estrangeiro com visto de turista) e na hora de vir embora o passaporte dele foi carimbado de novo com a data de saída do país.

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Se estiver viajando com passaporte americano não se  esqueça de preencher o cartão de entrada/saída

Na hora de passar no raio X no Brasil foi bem mais tranquilo que nos Estados Unidos, não precisamos tirar os sapatos e quando eu avisei que tinha mamadeira com água dentro da mochila  a funcionária não fez questão de olhar e nem analisar a água da mamadeira como foi feito no aeroporto nos Estados Unidos.

O nosso voo teve um pequeno atraso para sair de São Paulo, ficamos em média uns 30 minutos parados no gate aguardando autorização para decolar.Diferente do voo de ida para o Brasil neste voo de volta o avião estava lotado então não conseguimos fazer um upgrade para classe economic confort da Delta. Para ajudar, os nossos assentos eram na fileira do meio quase no final do avião, por um lado foi bom pois se fosse um pouco mais para frente seriam 4 no meio então provavelmente teria uma pessoa sentada junto conosco (os últimos acentos do avião a invés de quatro são três assentos) então viemos nós três com o Thomas no colo. E claro desta vez não conseguimos bercinho. Nada contra viajar com um desconhecido ao nosso lado, mas com  criança junto coitada da pessoa, pois é pé para um lado, cabeça para o outro, senta-levanta, senta-levanta, na hora de comer então…não vou nem relatar aqui o caos que é, quem tem filhos pequenos vai me entender rsrsrsr.

O voo de São Paulo para Atlanta foi tranquilo, o Thomas conseguiu dar uma boa dormida no colo e o travesseiro que levamos ajudou muito pois coloquei o travesseiro no meu colo como apoio para ele dormir. O Theo, como de costume, assistiu aos filmes dele e depois do jantar também dormiu, foi um pouco mais apertado desta vez porque não tinha um assento vago entre nós. Bom eu…não dormi nada, assisti a uns quatro filmes durante o voo.

A canseira na verdade começou quando chegamos em Atlanta. O carrinho do Thomas que eu tinha despachado na porta do avião em Guarulhos não foi entregue na porta do avião quando desembarcamos e sim enviado direto para as esteiras junto com as malas então tivemos que andar com Thomas no colo desde o gate de desembarque até chegar na fila da imigração. Quando chegamos para fazer a imigração a fila estava bem grande e faltava apenas aproximadamente uma hora para o nosso voo de Atlanta para Detroit sair (parece muito tempo mas não é). Conversamos com uma funcionária se era possível fazer a nossa imigração mais rápida pois iríamos perder a conexão e estávamos com uma criança de colo e ela falou que como nosso voo era para Detroit não teria problema se o perdêssemos pois toda hora tinha voo para Detroit. Resumindo, ficamos aproximadamente 50 minutos em pé na fila da imigração com uma criança de 10 quilos no colo.

Depois que saímos da imigração corremos que nem loucos para pegar as bagagens na esteira para não perder o voo. Quando fomos checar no painel de qual gate nosso voo iria sair vimos que era praticamente do outro lado do aeroporto! Corremos com as malas até o setor de conecções, colocamos elas novamente nas esteiras  antes de passar novamente pelo RX. (como elas já estava etiquetadas para irem para Detroit não tivemos que fazer outro check-in). Passar novamente pelo raio X significa  tirar os sapatos, ter as mamadeiras analisadas, tirar a criança do carrinho para passar o carrinho  no raio X também, colocar a criança novamente no carrinho e sair correndo pelo aeroporto. Estávamos tão longe do gate que tivemos que pegar até um trem para chegar no local de destino e quando chegamos as portas já estavam fechadas e o nosso avião estava taxiando. Perdemos o voo para Detroit.

Perdemos o voo…paciência …aproveitamos para ir ao banheiro trocar o Thomas e dar a mamadeira dele enquanto isso o Léo foi até um guichê da Delta para ver quando seria o próximo voo para Detroit.

Quando finalmente embarcamos para Detroit (duas horas depois) o Thomas que já estava bem cansado e resolveu começar a chorar. Dentro do avião não queria ficar sentado no meu colo, não queria ficar em pé, não queria nada, foi um voo bem cansativo e ele só conseguiu dormir um pouquinho quando já estávamos chegando em Detroit.

Pois é, este relato é para mostrar que nem tudo é perfeito e sai como o planejado como o nosso voo de ida para o Brasil que eu relatei aqui no blog.

Abraços

Juliana

Viagem de avião com um bebe

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