Arquivo da categoria: Criança nos EUA

DETROIT

 

Reinassence Center – Detroit (foto: @morarnoseua)

Depois de quase 4 anos morando aqui em Michigan e escrevendo o blog, me dei conta que escrevi muito pouco sobre a cidade de Detroit. Como neste verão recebemos bastante visitas do Brasil, acabamos indo mais vezes do que de costume para Detroit o que foi muito bom para rever a cidade e notar as boas mudanças que estão ocorrendo por lá.

Muitas pessoas torcem o nariz quando falamos de Detroit. Ainda se tem muito forte aquela imagem dos filmes da década de 80 de uma cidade caindo aos pedaços, feia e violenta. É claro que as sucessivas crises econômicas, que vem desde a década de 50 e que afetaram fortemente a indústria automobilística, castigaram muito a cidade. Detroit passou de uma cidade de quase 2 milhões de habitantes para pouco mais de 700 mil habitantes. Imaginem qualquer grande cidade como Chicago ou New York sem mais da metade da sua população. Ainda tem muitos bairros completamente abandonados, com moradores de rua (homeless) e áreas mal cuidadas, mas esse cenário aos poucos esta mudando.  A cidade tem recebido muitos investimentos privados e desde de que me mudei para Michigan, há quatro anos, eu vejo  downtown Detroit, que é o centro da cidade,  melhorar a cada ano.

dsc00224.jpg

Jefferson Avenue – Detroit (foto: @morarnoseua)

O centro de Detroit, apesar de ser bem compacto, nos dá as vezes a sensação de uma cidade meio vazia, principalmente durante os meses de inverno. Porém durante os passeios que fiz pela cidade neste verão, tive a sensação de uma cidade mais viva com jovens e famílias caminhando pela recém remodelada Woodwoard  Avenue e pelo calçadão ao lado do Detroit river. Lojas e restaurantes novos abriram suas portas, os streets cars (Q-line) voltaram novinhos e até bicicletas disponíveis para locação (como vi em cidades como Montreal no Canadá e em Chicago) tem agora em Detroit.

IMG_3937

Downtown Detroit (foto: @morarnoseua)

Os novos streetcars de Detroit (Q-Line) (foto: @moraranoseua)

A região do Riverfront ou river walk está sendo toda revitalizada. O trecho que fica em frente a famosa torre da GM (Renaissance Center) já está todo pronto. Lá, além de poder almoçar ou jantar em um dos restaurantes que ficam dentro do complexo, você pode fazer caminhada, alugar bicicleta para rodar por downtown,  ter um jantar diferente no Detroit Princess Riverboat ou simplesmente apreciar a vista do Detroit river. Para quem tem crianças, as novas “fontes” com jatos de água que saem do chão, o carrossel e o novo playground fazem a alegria da criançada. (Dica: levem roupinhas extras pois não vi nenhuma criança resistir aos jatos de água, os meu saíram de lá ensopados)

IMG_3328

A nova River walk com os seus jatos de água que fazem a alegria da criançada nos meses de verão! (foto: @morarnoseua)

Recomendo deixarem o carro estacionado no public parking coberto (que é pago) que fica em frente a entrada do hotel do complexo da GM (414 Renaissance Dr W). Paguei 15 dólares por 4 horas de estacionamento. Você retira o ticket na máquina na hora em que entra com o carro, estaciona você mesmo em alguma vaga disponível e na hora de sair coloca novamente o ticket na máquina que vai calcular o valor que pode ser pago com dinheiro ou cartão de crédito na própria máquina. Da região do complexo da GM você pode circular por downtown a pé mesmo, de bicicleta, usar os novos streetscars ou ainda o trenzinho suspenso chamado People Mover que faz um “circulo” passando pelos principais pontos de interesse do centro de Detroit.

 

map

Estações do trem suspenso do People Mover por downtown Detroit

Saindo do complexo da GM, se você caminhar pelo River Walk para o lado esquerdo você vai encontrar a fonte que a criançada adora que eu falei acima, o terminal de locar bike e um pouquinho mais para frente, o carrossel com o novo playground ao lado e o Outdoor Adventure Center, espaco inaugurado em 2015 e mantido pelo DNR com atividades educativas para as crianças e que explicam os recursos naturais de Michigan como seus lagos, rios, florestas e dunas (entrada de $5 para adultos e $3 para crianças). Este trecho da Atwater St onde está localizado o Outdoor Adventure Center acabou de ser revitalizado e tem vários apartamentos novinhos de frente para o Detroit river porém, como era uma região repleta de galpões que estavam abandonados (o próprio Outdoor Adventure Center foi construído em um destes galpões), você ainda verá ao fundo alguns desses galpões caindo aos pedaços por lá.

Outdoor Adventure Center

Caminhando para o lado direito (sentido Sul) você vai ver ao longe a Ambassador Bridge, ponte que liga Detroit a cidade de Windsor no Canadá.  Continuando você vai ver o Princess Riverboat e se seguir até o final a river walk termina bem em frente ao COBO Hall, centro de convenção e exposição onde é realizado o famoso salão do automóvel de Detroit. Ali também ainda está o Joe Louis Arena que até o meio deste ano era a casa do time de Hockey de Michigan, os Red Wings. O estádio será demolido e no lugar será construído um novo centro comercial e residencial além de prédios de estacionamento para dar suporte ao COBO.

IMG_9961

Região do river walk em frente ao Joe Luis Arena (foto: @morarnoseua)

Bem em frente ao Princess Riverboat, subindo a escada em direção a downtown vai  ter  uma praça chamada Hart Plaza. Não tem nada de interessante nela, a  não ser um escultura de aço enorme que era para ser uma fonte, mas que parece que não deu muito certo. Durante os meses de verão  costuma ter “feirinha” ou eventos especiais aos finais de semana. É comum você cruzar com algum homeless nesta praça. Não precisa ficar com medo ou apreensivo, eles não vão te assaltar, é o mesmo tipo de homeless com quem você cruza pelas ruas de New York ou qualquer outra grande cidade.

IMG_3932

Hart Plaza – Downtown Detroit (foto: @morarnoseua)

Passe pela a praça, cruze a Jefferson Avenue e você vai sair direto no começo da Woodward Ave. Agora sim você vai encontrar uma nova Detroit! Este trecho da Woodward avenue que vai até a região do Fox Theater e do Commerica Park (estádio dos Tigers) foi toda revitalizada e é  ali que você vai encontrar os principais ícones de Detroit e os novos streetcars. Poucas pessoas sabem mas esta avenida foi a primeira rua pavimentada dos Estados Unidos e o nome oficial dela é M-1(Michigan Highway 1) e ela divide a cidade de Detroit em leste e oeste indo até a  cidade de Pontiac.

A “prainha” do Campus Matius Park no coração de downtown (foto: @morarnoseua)

Caminhando pela Woodward  a gente chega no Campus Matius Park. É nesta praça que na época de Natal eles montam uma árvore de natal enorme com um ring de patinação no gelo bem em frente. Estivemos lá no nosso primeiro inverno aqui em Michigan em 2013.  Este ano no verão foi montada uma “prainha” com várias cadeiras sobre um chão de areia para as crianças brincarem (tinha baldinhos e pazinhas de praia a disposição da criançada) e também para o pessoal que trabalha nos escritórios ao redor relaxarem durante a hora de almoço (se bem que americano quase nunca faz hora de almoço). Neste trecho da avenida você vai encontrar várias opções de restaurantes como o Hard Rock Café Detroit, Shake-Shack, a churrascaria Texas de Brazil, Starbucks, restaurante mexicano, tailandês, bakerys, pubs entre outros.

IMG_4137

Apresentando Detroit para a familia (foto: @morarnoseua)

Ainda neste trecho da Woodward você vai encontrar a estatua “The Spirit of Detroit” e o monumento ao Joe Louis que sempre aparecem em fotos de Detroit. Para quem gosta de arquitetura tem vários edifícios históricos entre eles o Guardian Building que foi todo restaurado e hoje é sede do Bank of América. O saguão principal dele é aberto ao público e a entrada fica pela Congress Street. Assim que você cruzar o Campus Martius a Woodward Ave continua para a esquerda em direção ao Fox Theater, a Detroit Opera House, ao estádio do Tigers (Commerica), o Ford Field (estádio dos Lions – futebol americao) e ao futuro Little Cesar Arena que será o novo estádio dos Pistons (time de basquete) e dos Red Wings com inauguração prevista para o final do ano e com show da Lady Gaga.

Do campus Martius para a direita você vai cair na região da Greektown, lugar repleto de restaurantes e onde fica o Greektown cassino. Todos esses lugares tem estação do People Mover, que você pode utilizar caso não queira caminhar muito.

IMG_3972

Interior do Guardian Building – downtown Detroit (foto: @morarnoseua)

Wayne County Building – prédio histórico lindo, porém encontra-se completamente vazio (foto: @morarnsoeua)

Na região mais oeste na Woodward, região conhecida como Midtown, você irá encontrar o famoso Detroit Institute of Arts , um prédio muito bonito com um acervo riquíssimo de obras de arte. Ali do ladinho temos o Michigan Science Center para passar o dia com as crianças. Tem muitas atividades educativas e um cinema IMAX. Para quem gosta de visitar prédios públicos bem frente fica a Biblioteca Publica de Detroit. Nesta região recomendo deixar o carro estacionado no parking de um dos museus. Por ali também fica o Motor City Cassino Hotel que a noite chama atenção por suas luzes coloridas. É um cassino com hotel de luxo junto. O cassino em si é bacana mas a região ao redor ainda é feia e está com várias obras ao redor.

img_4003.jpg

Para quem gosta de restaurantes diferentes e com história, temos o The Whitney  também neste trecho da Woodward (4421 Woodward Avenue Detroit) . É uma mansão de 1894 que pertenceu ao homem mais rico de Detroit, o barão David Whitney Jr. Em 1986 ela virou um restaurante com uma arquitetura linda, uma escadaria principal que parece coisa de filme, muito mobiliário antigo e belos vitrais e é claro, muitas histórias de que a mansão é mal assombrada, o que dá todo um charme e mistério para o The Whitney. É um restaurante com um preço diferenciado (entende-se mais caro que o padrão) mas de segunda a sexta das 4-6pm e aos domingos eles tem o chamado Early Evening menu no valor de $40 dólares por pessoa onde esta incluso uma entrada, o prato principal e uma sobremesa (normalmente este é o valor de apenas um prato após as 6pm).

Para quem curte música, o museu da Motown  fica a pouco minutos de carro dessa região. O museu é bem pequeno e os tours (que são guiados) devem ser agendados com antecedência. A região onde fica a Motown é meio feia mas já tem um projeto de um novo museu  da Motown na região “nova” de Detroit.

Outra área de Detroit legal para passear em um sábado de manhã durante os meses mais quentes é no Eastern Market Detroit. É um mercadão com várias bancas de frutas, legumes, pães, flores. Nos galpões ao redor tem peixaria, mercearias, lojas especificas de café, queijos, geleias, mobiliário antigo, artesanatos e artistas de rua. Nesta última visita descobrimos um lugar que vende vários tipos de sucos naturais o que é difícil achar por aqui. Na região também tem vários grafites e a arquitetura do lugar rendem fotos muito bacanas. Na área ao redor do Eastern Market tem vários estacionamentos.

Eastern Market (foto: @morarnoseua)

IMG_3305

Região do Eastern Market Detroit (foto: @morarnoseua)

Outro lugar gostoso para passear nos meses quentes é na Belle Isle Park. É uma ilha que fica bem no meio do Detroit River. Quando estive lá pela primeira vez no final do inverno de 2014 eu a achei bem sem graça e mal cuidada. Na época, a estação do ano não ajudou muito nessa primeira impressão da ilha e ela ainda estava sob a administração da cidade que não tinha dinheiro para cuidar dela. Quatro anos se passaram e hoje a ilha esta sob administração do DNR, isto é, ela virou um parque do Estado. Muitas melhorias já foram feitas desde então,  como manutenção dos jardins e instalação de um novo playground ao lado do Nature Center (aprovado pelas crianças daqui de casa). Na ilha também tem um aquário, um conservatório e um museu mas ainda não entrei nesses lugares para dar a minha opinião.

Para entrar na ilha os carros tem que tem que ter o passe anual no valor de $11 (Recreation Passaport) que permite a entrada em qualquer um dos States Parks de Michigan.  A vista do skyline de Detroit de lá é bem bacana e vale a pena levar a bicicleta para pedalar pela ilha. Durante os meses de  verão é comum encontrar famílias que moram na região de Detroit fazendo churrascos e pic-nics nas áreas verdes. Também é possível locar caiaque e navegar pelo rio que corta a pequena ilha. Nesta ilha é onde ocorre anualmente o Detroit Grand Prix (Indycars series) e uma série de outros eventos ao ar livre.

Belle Isle (foto: google)

 

Agora a pergunta que não quer calar: É seguro passear em Detroit?

Na minha opinião, o perímetro de 2 quarteirões ao redor do Campus Martius Park é uma área super tranquila e segura para se passear por Detroit, assim como a região do Eastern Market e dos museus. Temos que ter em mente que a cidade está se reerguendo então, ainda tem muitas obras na região, como edifícios sendo restaurados, outros sendo demolidos, ruas fechadas em decorrência de novas construções e tapumes de obras em alguns lugares e ainda tem sim, prédios completamente vazios no centro. Quando viajamos, queremos ver lugares bonitos e charmosos e passar longe de lugares feios, porém Detroit tem estes dois lados.

A região de downtown é bem policiada e foram instaladas várias câmeras de segurança. Durante o nosso passeio pelo Riverfront cruzei com vários policiais fazendo a ronda de bicicleta e sempre tem viaturas passando pelas principais avenidas.  Eu passeio em Detroit com as nossas visitas e  com meus filhos pequenos sem neuras. Vou com a minha bolsa a tiracolo e quase sempre estou com o celular na mão tirando fotos. Não sinto medo e nem fico apreensiva em andar a pé pela cidade (diferente de quando estou em São Paulo, sorry São Paulo), mas é claro que como qualquer cidade grande você tem que estar atenta ao que acontece a sua volta.

Ninguém vai chegar em você e te assaltar enquanto você caminha pela cidade ou se estiver parado com o carro no farol (isso não existe aqui), o que a gente escuta as vezes, são casos de furto o que também ocorre em Paris, New York ou em Roma. O problema é que Detroit tem uma má fama que vem de décadas então, qualquer coisa que acontece aqui vira motivo para taxa-la como uma cidade violenta. Detroit requer mais de uma visita para que você consiga enchegar as suas peculiaridades, os seus detalhes e a sua história.

Mas daí você me pergunta: “Juliana, mas eu vejo no noticiário casos de assassinatos e de gangues em Detroit”. Sim, as vezes acontecem crimes feios em determinados bairros da cidade. Normalmente eles estão relacionados ao tráfico de drogas, richas entre gangues e por incrível que pareça, brigas de família. Por isso é sempre bom saber quais lugares são seguros de se visitar. Eu não seria louca de entrar em uma bairro conhecido por ser perigoso, nem em Detroit, nem em Los Angeles, nem em São Paulo e nem em nenhum outro lugar do mundo, é necessário ter bom senso.

Visitar Detroit requer mente aberta. Visitar Detroit é estar preparado para ver o novo de um lado da rua e o decadente do outro. É apreciar arranha-céus espelhados mas ter que passar por bairros mal cuidados para se chegar até eles. É dirigir por highways do primeiro mundo e ver casas abandonadas e queimadas as suas margens. Visitar Detroit é ver com os seus olhos a história de uma cidade que teve um passado rico e glorioso, seguido pela sua total decadência  e saber contemplar hoje, o seu renascimento.

Se você mora aqui perto de Detroit ou já visitou a cidade deixe aqui nos comentários a sua experiência na cidade e dicas de passeios por lá se você tiver!

Se você quiser ter mais opiniões sobre Detroit, tem um post bem bacana no Blog Colagem da Luciana Misura  (post escrito em 2013, um pouco antes de eu me mudar para Michigan) e no blog da  Gaby no Canada  que esteve recentemente na cidade.

No site VisitDetroit.com também tem muita informação sobre a cidade, sempre atualizado.

Está vindo com crianças? Clique no link abaixo para ver as opções de passeios com a criançada na região:

Detroit e arredores com crianças

Quer saber mais sobre a historia de Detroit? Entre no site do Detroit Historical Society

Grande Abraço!

Juliana Fontes

“Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos e fotos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole”

 

 

Anúncios

Termos escolares nos EUA

Back-to-School-Banner

Falta menos de 1 mes para o novo ano letivo 2017/2018 começar aqui em Michigan, então resolvi fazer uma lista com alguns termos escolares usados pelas escolas daqui para ajudar os pais cujos filhos irão ingressar no universo das escolas públicas americanas este ano.

Distrito escolar: conjunto de escolas (Elementary, Middle e High school) a qual a sua casa pertence. A escola em que o seu filho irá estudar depende do seu  endereço.

Pre-school: Escolas pagas para crianças menores de 5 anos. As escolas públicas também  oferecem pre-school a partir dos 3 anos de idade, porém tambem é um serviço pago mas com um valor mais acessível do que das escolas privadas.

Kindergarten: É quando começa o ensino público para crianças  a partir dos 5 anos completos. É quando a criança começa a ser alfabetizada.

Elementary School: de 1st a 5th grade (série)

Middle School: de  6th a 8th grade

High School: de 9th a 12th grade

K-12: Significa que o distrito escolar tem escolas desde do Kindergardem até a 12 grade que é o último ano da High school.

Enrollment: matricular a criança na escola

Prime Time Care: Serviço (pago) oferecido pelo distrito escolar para as crianças que precisam entrar mais cedo ou sair mais tarde da escola por causa do horário do  trabalho dos pais por exemplo

ESL (English Second Language): Programa oferecido para alunos estrangeiros que  ainda não falam ingles.

Lunch Menu: cardápio da escolar. As crianças tem a opção de levar comida de casa ou comprar o lanche da escola

Field Trip: excursão, passeio com a turma da escola.

Chaperone: São os pais que vão na excursão para ajudar a cuidar das crianças durante os passeios

Drop off/ pick up : deixar e buscar a criança

Dismissal: É a hora em que as crianças saem da escola

Sack Lunch: normalmente é pedido em dias de excursão. Significa que tem que ser um lanche que a criança consiga comer com as mãos, sem a necessidade de mesa, cadeiras e talheres. Normalmente mando um lachinho de pão de forma, um suco de caixinha e uma fruta como maca ou mini-cenourinhas na lancheira.

Field Day: é o dia em que tem várias atividades e gincanas na área externa da escola, normalmente ocorre nas últimas semanas  de aula e as crianças ganham a camiseta da escola. Muitos pais são voluntários neste dia na escola para ajudar nas atividades.

Winter Break: férias no meio do inverno (aqui em Michigan  é na semana entre Natal  e o Ano Novo e temos um Mid-winter-break em fevereiro)

Spring Break: férias na primavera (aqui em Michigan é em Abril)

Summer Break: As famosas férias de verão que duram aproximadamente 3 meses! Aqui em Michigan elas vão do meio de junho até o início de setembro

PTA (Parent Teacher Association): Toda escola tem associação formada por pais de alunos e professores  que visa principalmente a captação de recursos, planejamento e realização dos eventos escolares

Conference Day: Dia de reunião com a professor. Normalmente são dias pre-estabelecidos pela  escola com horários individuais para os pais conversarem a professor.

School Office: é a secretaria da escola

Principal: é a diretora da escola

Recess: hora do intervalo

Recess Lady: funcionária da escola que fica de olho na criançada durante o recess

Registration/ Enroll/ Sign up: Inscrever a criança em alguma atividade escolar

Assesments: São testes realizados para avaliar o aluno

Report Card: É o boletim do estudante. Vem descrito toda a evolução da criança durante o ano escolar e com comentários dos professores.

PJ day: dia do pijama

Picture Day: O famoso dia onde uma empresa de fotografia contratada pela escolar faz aquelas famosas fotos dos alunos e da turma da classe. Normalmente tem 2 picture days por ano letivo, um no outono e outro na primavera

Spring Fair: Evento escolar que ocorre nos meses de primavera com atividades ao ar livre na escola

Book Fair: Feira do livro, que normalmente dura uma semana onde uma editora, normalmente a Scholastic, monta uma como se fosse uma livraria na escola com vários títulos de livros expostos separados por temas e ano escolar onde  os estudantes podem comprar livros com bons preços. Tem um dia da semana em que a feira é aberta para a família.

PROM: famosa festa de encerramento da High School iguaiszinhas as que a gente assiste nos filmes.

Summer Camp: Atividades extracurriculares durante o período das férias de verão. Podem ser atividades esportivas,  de musica, acampamentos, passeios, teatro… inúmeras atividades algumas organizadas pelo próprio distrito escolar ou por empresas privadas.

Aqui nos EUA tanto as professoras como os funcionários da escola são chamados pelo sobrenome com o prefixo Mr. (para professor) ou Mrs. (professora casada) ou Ms (professora solteira). Então se o nome da professora do seu filho é Jenifer Parker ela será chamada de Mrs Parker por exemplo. Você também sera chamada pela professa pelo seu sobrenome e os pais dos colegas de classe do seu filho também. O fato engraçado é que as mães, quando se conhecem,  se tratam pelo primeiro nome daí quando a professora manda algum email com a lista das mães que irão ajudar por exemplo, na festa de Halloween da escola, você nunca sabe qual mãe que é, pois não temos o  habito de guardar o sobrenome das pessoas.

Outro fato curioso é que aqui é bem comum ter professor (homem) na educação infantil, o que é mais  raro de ver no Brasil.

Se você já tem filhos aqui que estudam em escolas públicas ou particulares aqui nos EUA e quiser complementar este post com termos novos, é só deixar nos comentários do post!

Abraços

Juliana

Escola nos EUA

Como é ter um filho Bilíngue

 

Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos e fotos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole.

 

 

Mackinac Island -MI

IMG_1755Para muitas pessoas o estado de Michigan se resume a cidade de Detroit e a indústria automobilística, porém como já mencionei aqui no blog, Michigan é um estado repleto de belezas naturais e cidadezinhas encantadoras!

Neste verão, depois de quase quatro anos morando aqui, fomos conhecer a famosa Mackinac Island, uma pequena ilha que fica bem na divisa entre a Lower (LP) e a Uppper península (UP) de Michigan. Historicamente a ilha teve uma grande importância estratégica no passado por ficar localizada bem no estreito de Mackinac que liga o Lake Michigan com o Lake Huron, dois dos cinco grandes lagos americanos. Hoje a ilha é reconhecida como patrimônio histórico (muitas de suas casas foram construídas entre os anos de 1700 e 1800) e é sem dúvida um dos destinos de férias de verão mais conhecidos daqui. A população da ilha gira entorno de 500 habitantes, mas no verão chega a ter em média 15 mil visitantes por dia!

IMG_1834

Os casarões centenários da ilha! Lindos! A maioria deles hoje são hospedagens do tipo  Bed&Breakfast

Saímos no sábado pela manhã de casa e depois de quatro horas de estrada estávamos em Mackinaw City. A idéia era já fazer o check-in no hotel antes de pegar o ferry para a ilha mas como só poderíamos entrar depois da 3pm,  deixamos o carro no estacionamento do hotel, pegamos as nossas bikes, abastecemos as mochilas com comidinhas e trocas de roupa para as crianças e pedalamos até o píer de onde saem os ferrys, que era bem pertinho do hotel, bem no centrinho da cidade.

Optamos em ficar hospedados em Mackinaw City pois os preços são mais em conta do que na ilha, porém o hotel é aquele “padrão Michigan”, o que quer dizer que pagamos $170 a diária (Fairview Beachfront Inn) para ficar em um hotel antigo,  com café da manhã (bem fraquinho) compartilhado com o hotel do lado e cuja única infraestrutura que o hotel oferecia, que era a piscina (que eles chamavam de waterpark, mas que de waterpark não tem nada), não conseguimos usar pois só abria depois do meio-dia (no sábado quando chegamos estávamos na ilha nessa hora e no dia seguinte o nosso check-out era as 11 da manhã. Existem várias opções de hospedagem na cidade, acho que não tivemos sorte desta vez…pelo menos ele era pé na areia no Lake Huron.

Se o valor da diária não é problema para você, recomendo ficar hospedados na própria ilha que tem opções boas de hotel e de bed-and-breakfast, mas é bom fazer as reservas com antecedência durante os meses de verão em Michigan. E se for para gastar mesmo fiquem hospedados no Grand Hotel, um hotel de luxo histórico com diárias na casa dos $900 dólares na alta temporada (totalmente fora do nosso budget rsrsrs). Cabe lembrar que, infelizmente, não é permitido acampar na ilha, mesmo 80% dela ser um State Park.

Para se chegar na ilha é preciso pegar um ferry que sai da cidade de Macknaw City (LP)ou de Saint Ignace (UP), o trajeto dura em torno de 20 minutos e é feito por duas companhias, a Star Line Mackinac Island Ferry  e a Shepler’s Mackinac Island  Ferry. O serviço das duas companhias é praticamente o mesmo e no site você terá acesso a informações sobre preços e horários. Optamos pela Shepler’s pois estava com promoção de criança free na compra de adulto e compramos os tickets  on-line para aproveitar o desconto. Um fato curioso é que na ilha não entram carros, então você terá que deixar o seu carro nos estacionamentos que essas empresas oferecem. Para se locomover na ilha você terá a opção de andar a pé, alugar bicicleta ou de andar de charrete.  Optamos por levar as nossas bikes pois já temos a cadeirinha do bebe acoplada. Cabe lembrar que tivemos que pagar $10 dólares a mais por bike no ferry.

IMG_1704

Em Mackinaw City aguardando o Ferry

Um fato interessante é que durante o inverno de Michigan este trecho do lago fica completamente congelado, então os ferrys não funcionam. O único meio de acesso para ilha é através de snowmobiles que percorrem um trecho seguro do lago congelado chamado de “ice-bridge” que liga Mackinaw City a ilha. Os snowmobiles são os únicos veículos motorizados autorizados a chegar na ilha.

O passeio de ferry até a ilha  foi gostoso, ficamos na parte de cima que é aberta então tivemos uma vista privilegiada da Mackinac Bridge. Conforme o ferry se aproxima da ilha ele passa do lado de um farol e já dá para contemplar a fachada dos casarões históricos da ilha, muitos deles em estilo vitoriano, além do forte Holmes e do Grande hotel.

IMG_1712

No ferry a caminho de Mackinac Island com a famosa Mackinac Bridge ao fundo

Desembarcar em Mackinac Island é como voltar no tempo, a rua principal, que na verdade é uma estrada, a M-185 (única estrada dos Estados Unidos que não permite veículos motorizados) é margeada por casarões antigos que hoje são sede de diversos restaurantes, lojinhas, locadoras de bicicletas e hotéis. Ao invés de carros nas ruas temos charretes puxadas a cavalo e muitas, muitas bicicletas! Para manter a ordem, tem lugares demarcados para estacionar as bikes ao longo da rua, locais exclusivos para as charretes e guarda de transito para garantir a ordem. Por ser um sábado a ilha estava bem cheia e as calçadas estreitas  dominadas por pedestres que cruzavam a rua de um lado para o outro o que requeria muita atenção quando estavámos pilotando as bicicletas.

IMG_1723

Ao chegar em Mackinac Island voce já se da conta que a bicicleta é o principal meio de transporte local

IMG_1728

Depois das bikes, os cavalos são a outra opção de transporte na ilha.

Optamos em seguir a avenida sentido sul da ilha e conforme nos afastávamos do centro o tumulto foi diminuindo. Esta rua/ciclovia contorna toda a ilha e tem a extensão de aproximadamente 8 milhas (13 km de circunferência) e pode ser percorrida de bike ou a pé. Os passeios a cavalo ficam mais concentrados no centrinho. Também tem diversas trilhas pelo interior da ilha para quem gosta de hiking.

IMG_1730

A rua/estrada (M-185) que contorna Mackinac Island

Claro que tem pontos turísticos tradicionais na ilha como o Arch Rock, o Fort Holmes, boboletário, museu, igreja e o Grand hotel mas preferimos nos concentrar no passeio de bike contornando a ilha e apreciar a vista do alto da Arch Rock pois só tínhamos praticamente uma tarde na ilha. Para quem for passar o final de semana na ilha vai ter tempo suficiente para os programas turísticos.

Como estava um dia lindo de sol (mas com um ventinho típico do norte de Michigan claro) a água do lake Huron estava transparente  e com um tom azul lindo! As praias que se formam na ilha não tem areia e sim muitas pedras, então as pessoas constroem castelos de pedras ao longo da margem o que da um efeito visual super bonito e diferente! E é claro que os meninos adoraram brincar nas pedras. Ao longo do nosso trajeto paramos para um lanchinho e apreciar a vista que era linda! Depois estacionamos as bikes no acesso para o Arch Rock que é que uma formação rochosa em forma de arco no alto do morro com vista para o lago. A escadaria que leva até lá tem por volta de 200 degraus mas não é difícil de subir e lá fomos nos com as crianças. Lá em cima tinha bastante gente, muitas tinham chegado de charrete por uma trilha interna. Tem alguns bancos para descansar e um mirante com uma bela vista para o Lake Huron. Todo mundo (claro!) queria tirar uma foto com a Arch roch ao fundo então, tivemos que esperar um pouco para conseguir tirar as fotos e usar estratégias para não sair nenhum desconhecido de “papagaio de pirata” na mesma…fato típico de lugares turísticos.

IMG_1763

Escadaria que leva ate a Arch Rock

IMG_1772

A famosa Arch Rock. Lá embaixo a estrada na qual viemos pedalando!

IMG_1774

Vista do Lake Huron do mirante da Arch Rock

IMG_1806

Praia de Pedras de Mackinac Island

IMG_1788

Castelos/faróis de pedras!

Não demos a volta toda na ilha pois o Theo já estava cansado de pedalar (estávamos com a nossa bike dupla onde eu pedalava na frente e ele ia atrás ajudando a pedalar e o Leo em outra bike com o Thomas na cadeirinha), então demos meia volta e retornamos pelo mesmo trajeto. Já era por volta de 5 horas da tarde quando chegamos novamente no centrinho da ilha, estacionamos as bikes e fomos almoçar/jantar no restaurante Pink Pony, o qual eu tinha lido bons reviews na internet. Este restaurante fica dentro de um hotel e o ambiente é antigo e meio vintage. Com relação a comida esta estava boa  mas nada diferente do padrão americano de ser. O kids-menu tinha as opções de sempre dos restaurantes (tender fingers, hamburguinho, grilled-cheese ou macarrão com queijo).

1200px-MackinacIslandDowntown

Centrinho de Mackinac Island

Ao saírmos do restaurante a ilha já estava mais vazia e o tempo estava começando a esfriar. Pedalamos um pouco no outro sentindo mas logo voltamos para pegar o ferry de volta para Macknaw City. Na volta viemos na parte de dentro do ferry pois o vento estava desagradável na parte externa. O interior do ferry é bem grande com bastante assentos e as janelas grande permitem um boa vista lá de fora, e a esta hora, as luzes da Mackinac Bridge já estavam acesas!

Quando voltamos para Mackinaw City pedalamos de volta para o hotel para ai sim, fazer o nosso check-in. No começo da noite demos uma volta pela cidade, tomamos um sorvete e fomos até  beira do lago ver o sol se por na Mackinac Bridge. Agora no verão o dia começa a escurecer  por volta das 9 e meia da noite apenas, o que faz o dia render bastante!

IMG_1853

Por-do-sol na Mackinac Bridge! Lindo!

Na manhã seguinte passeamos pela cidade, fizemos algumas fotos e antes de virmos embora almoçamos no Nonna Lisa’s Restaurant que tem uma decoração bem bacana em estilo cabana com animais empalhados e lareira (o Thomas ficou um pouco assustado com os bichos) e a comida estava muito boa, fugindo um pouco do cardápio típico americano.

Mackinaw city também é uma gracinha de cidade com varias opções de hotéis, restaurantes e lojinhas e passagem obrigatória para quem vai sentido upper península. Vale a penas dedicar um dia para passear e conhecer a cidade.

IMG_1866

Uma das paradas obrigatórias em Mackinaw City. Este é um dos melhores pontos para se ver a Mackinac Bridge!

Espero que tenham gostado de conhecer mais um pedacinho de Michigan aqui no blog! Visitem o perfil do blog no Instagram (@morarmoseua), tem sempre fotos novas por lá!

Abraços

Juliana

Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos e fotos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole.

Mais lugarzinhos de Michigan nos posts abaixo!

Fim de semana em Petoskey-MI

Upper Peninsula de Michigan

Praias de Michigan

Traverse City -MI

Como é ter um filho bilingue

th3LTHPYPE

Este ano irá fazer 4 anos que estamos morando aqui nos EUA. Quando chegamos aqui em 2013 o Theo tinha acabado de completar 5 anos e hoje ele já está com quase 9 anos, isto é,  ele mora aqui nos EUA quase a mesma quantidade de tempo em que ele morou no Brasil e está totalmente adaptado a cultura daqui e é fluente na língua inglesa.

Vocês que acompanham o meu blog desde de o inicio sabem que ele chegou aqui sem falar uma única palavra de inglês e acompanharam a minha ansiedade no primeiro dia de aula dele aqui. Ele se adaptou muito rápido a vida escolar nos EUA e nunca me deu trabalho ou preocupações neste quesito. Muitas mamães me escrevem com muitas dúvidas e preocupações sobre a adaptação das crianças nas escolas aqui nos EUA, o que é completamente normal pois eu também saí do Brasil com o coração na mão com relação a este assunto e chegando aqui percebi que a preocupação era mais minha do que dele. Claro que cada criança tem um ritmo, algumas vão se adaptar mais rápido outras vão precisar de mais um tempinho mas no final todas se adaptam, criança são como esponjas absorvem tudo muito rápido, principalmente se a família encarar todo este processo de maneira positiva, com calma e com muito amor!

Também recebo muitas perguntas com relação ao português do Theo e se ele está esquecendo ou misturando as palavras. Em casa conversamos apenas em português o que ajuda a manter a língua materna presente diariamente no cotidiano dele. Além disso, ele não gosta de conversar em inglês comigo ou com o pai, mesmo quando estamos em um ambiente onde todas as pessoas falam inglês como na escola ou na casa de amigos americanos. No meio de uma conversa onde todos estão falando  a língua inglesa ele sempre se dirige a mim e ao pai em português. As vezes isso é meio chato pois as outras pessoas não entendem o que estamos falando e sempre temos que lembrá-lo para falar em inglês nesses momentos mas ele diz que é estranho conversar em inglês comigo. Acho que porque o meu inglês não é tão bom quanto o dele rsrsrsr, mas eu também não me sinto natural quando converso com ele em inglês (na frente dos amigos dele por exemplo).

Mas isso também varia de criança para criança. Tem crianças brasileiras que gostam tanto de falar em inglês que acabam falando em casa com os pais também e se os pais não insistem em manter o português em casa o inglês vai dominado até chegar ao ponto da criança parar de falar em português totalmente e quanto se vê obrigada a falar, fala misturando as línguas pois ela acaba esquecendo algumas palavras do português por falta de uso.

O inglês do Theo é ótimo, ele já foi dispensado do programa ESL da escola há um bom tempo e segundo amigos americanos e a professora ele não tem sotaque nenhum do português, se comunica como qualquer criança americana. Ao vê-lo brincado com os amigos eu percebo que ele fala um inglês bem rápido e já usa várias gírias, o que me deixa perdida algumas vezes pois chega ao ponto de eu não entender o que a criançada esta falando dentro da minha própria casa! rsrs

Esta facilidade do Theo de transitar entre as duas línguas como se fosse a coisa  mais natural do mundo se deve ao fato de ele ter chegado aqui já falando português fluentemente. O que eu percebo é que filhos de brasileiros que nasceram aqui ou crianças que chegaram muito novinhas e que ainda não falavam português quando deixaram o Brasil tendem a tornar o inglês como sua língua principal, principalmente depois que entram na escolinha. Cabe aos pais se esforçarem ao máximo para manter o português em casa pois a tendência nestes casos é da língua portuguesa ficar meio de lado.

O Thomas nasceu aqui, então vou ter que ter essa dedicação de ensina-lo o português. Aqui em casa só conversamos em português com ele (inclusive o Theo), mas o  inglês já faz parte da audição dele, seja pelos desenhos da TV, música no  carro ou quando converso em inglês com as pessoas. Sei que as duas línguas já estão sendo assimiladas pelo cérebro dele. Ele começou a falar algumas palavrinhas bem básicas do português e li que crianças nascidas em um ambiente bilíngue tendem a demorar um pouquinho mais para falar pois o cérebro  esta assimilando toda essas informações novas. Vamos ver como vai ser.

Mas o principal conselho que eu posso dar para os pais que estão mudando de país é que preservem o português em casa, insistam, não deixem seu filhos perderem a língua materna, não converse com os seus filhos em inglês. Ser bilingue é  falar bem as duas línguas!! O português é importante para manter os laços com o seu país, para poder conversar com os avós, titios e primos do Brasil,  faz parte da história e da cultura da criança. Sei que tem gente  que acha o máximo chegar no Brasil e ver o filho falando em inglês com as pessoas, eu particularmente acho que isso não tem sentido e só serve para encher o ego dos pais, sinceramente falando.

O meu desafio agora será alfabetiza-lo em português. Ele já lê e escreve em inglês e consegue ler um pouco em português (temos vários livrinhos e gibis em português aqui em casa) mas por ter aprendido a escrever em inglês através do som das palavras  ele não consegue escrever em português que é uma língua silábica. Mas eu sei que vai depender de mim incentiva-lo e arrumar um tempo para sentar junto com ele e praticar a escrita e a leitura em português. Eu até comprei uma cartilha na última vez que estivemos no Brasil, começamos a trabalhar com ela mas acabei parando pois achei melhor ele focar bem na leitura e escrita em inglês primeiro por causa da escola pois estava ficando meio confuso para ele, mas vou tentar começar a alfabetização dele em português novamente depois das férias de verão.

Espero que tenham gostado do post!

Sigam a gente no Instagram, tem sempre fotos novas por lá!

 

Grande abraço

Juliana

Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole.

Enxoval de bebe – O que vale a pena comprar nos EUA

Quando engravidei do meu primeiro filho há 8 anos atrás, eu  ainda morava no Brasil e como qualquer mamãe eu ficava doida com preço das coisas nos Estados Unidos pois era muito mais barato que no Brasil. Por sorte, na época o meu marido viajava muito para os EUA a trabalho então consegui montar praticamente todo o enxoval do Theo lá e até mesmo, quando ele já estava maior, ainda trazíamos roupas, tênis e brinquedos tudo dos EUA quando viajávamos ou quando ele ia a trabalho.

Adiantando o tempo…

Em 2015, quando fiquei grávida do Thomas me senti realizada pois como já morava em terras americanas,  eu poderia comprar todas aquelas coisas lindas de bebe! Lojas como a BuyBuyBaby, BabyRUs e Carter’s praticamente na esquina de casa,  sem contar  a Amazon que entrega qualquer coisa que você imaginar em 2 dias na porta da sua casa!

Bom, como estávamos aqui nos EUA mesmo, não tínhamos porque ter pressa para comprar as coisas do bebe ou seja, entrar em uma loja e já comprar todo o enxoval para o primeiro ano de vida da criança. Resolvemos ir comprando aos poucos conforme fôssemos precisando, não tinha porque comprar um cadeirão se ele só ia começar a se alimentar por volta dos seis meses entendem?

Pois bem, agora vem a realidade difícil de se acreditar! Consegui fazer o enxoval de bebe  mais enxuto do mundo morando aqui nos EUA!! Acabei comprando apenas o que foi necessário e o que ele usou e usa realmente.  O que ajudou também a me controlar nos gastos foi que não  era o meu primeiro filho então, não cometi o erro de comprar coisas desnecessárias ou inúteis, normal com as mães de primeira viagem.

Resolvi escrever este post para colocar aqui o que eu comprei e que valeu a pena comprar pois sei que muitas mamães  ficam perdidas na hora de montar o enxoval do bebe pois é muita coisa!

Então vamos a lista!

1-Bebe-conforto e carrinho: Muitooooo mais barato que no Brasil! Mas vou dar uma dica,  o bebe conforto é muito prático no sentido de tirar o bebe do carro sem ter que acorda-lo e,  acoplar o bebe conforto no carrinho facilita a vida nos passeios mas…. usei o bebe conforto do Thomas até ele completar 9 meses, depois ele ficou apertado lá dentro e tivemos que comprar aquela cadeirinha que fica fixa no banco do carro (car-seat). Optamos pelo modelo que pode ser posicionado tanto virado para traz como para frente então a criança vai poder usar por muitos anos até praticamente ir para o booster dependendo do modelo, então vale a pena o investimento!

89714260012340p

Este modelo Gracco 4EVER é para crianças de 4 até 120lb (1.81kg até 54kg!)

2-Mamadeiras: Também tem um preço muito bom mesmo convertendo de dólares para Reais. Usei a da marca Dr Brown e gostei muito (tinha usado com o meu mais velho também), a parte de higienização das peças requer um pouco mais de tempo mas nada que de tanto mais trabalho assim. As da Avent também são muito boas!

4-Escorredor de mamadeira:  Esse eu não comprei (pois achava desnecessário) mas ganhei  de uma amiga e achei ótimo! E fica até que bonitinho na pia da cozinha.

5-Aspirador Nasal : Comprei o  da Safety 1st (clearway nasal)  e amei! (bem melhor que o da nosefrida pois a pontinha dele é de silicone), item indispensável, o único que realmente tira caca do nariz das crianças! Na época do Theo não conhecia esse tipo de aspirador nasal, então eu usava aqueles tipo “pera” e era um sofrimento para tirar as cacas. Uso junto o sorinho da marca  Boogie Saline.

Safety 1St Clearway nasal

Sorinho Boogie Mist

6-Pack and Play (o famoso chiqueirinho): Como a minha casa é sobrado deixo o pack&play no andar de baixo,  e como este modelo vem com trocador acoplado ajudava muito quando ele era mais novinho. É ótimo para levar nas viagens.

7-Produtos da Marca Skip-Hop: Nao são super necessários mas são lindos e fofos! Comprei o jogo de pratinho,  e uma lancheira térmica! Se você gosta da marca  vale a pena comprar aqui nos EUA pois no Brasil custa um absurdo!

skiphop-zoo-little-kid-backpack-monkey2

mochila linha zoo da skiphop

8-Lixeira Genie – lixeiro aqui só passa  uma vez por semana, então só essa lixeira para segurar o cheiro de fralda suja!

9-Booster para alimentação: Com o Theo tive cadeirão e era aquele trambolho no meio da cozinha. Desta vez optei por esse booster da Fisher-price (tem de outras marcas também)  que é super prático de prender na cadeira, de por a criança dentro e de limpar (dá para lavar na pia da cozinha).  E dá para levar para restaurantes, cada da vó, da amiga que não tem filhos …

73267745602740p

Booster para alimentação uper pratico!

10-Roupinhas da Carters : Os produtos da Carters tem uma qualidade muito boa (vão da máquina de lavar para a secadora quase todos os dias aqui em casa), são fofos e tem preços muito bons, além de sempre ter promoção no site e cupom de desconto!! A dica que eu dou é comprar sempre uma numeração acima do seu bebe pois a confecção é pequena. O  meu com 6 meses usava a numeração de nove meses, com nove a de 1 ano e agora já compro 24 meses (fica meio grande mais assim dá para usar por mais tempo). A numeração newborn (nb) é bem pequeninha e eu só indicaria para quem teve bebes prematuros, para recém-nascido vá de numeração  3 meses.

126G911_Default

11- Carrinho do tipo guarda-chuva: Toda mãe vai querer ter aquele super carrinho, daquela super marca, com tração nas 4 rodas, ABS, air bag etc (rsrsrs), mas tenha também um simples que fecha no estilo guarda-chuva. Quebra um galhão nas viagens, principalmente no aeroporto (você pode despacho-la na porta do avião), facilita a vida no dia a dia pois ele é leve, fácil de abrir e fechar e cabe tranquilo no porta-malas do carro deixando sobrar espaço para outras coisas.

O meu escolhido foi este Summer Infant 3DLite

12-Protetor Solar: Depois dos 6 meses os médicos normalmente liberam os protetores solares para o bebe e aqui nos EUA eles são muito mais em conta que no Brasil, então vale muito a pena já fazer um estoque! Tem muitas marcas boas, eu gosto dos da Neutrogena mas íi vai de gosto e do que melhor se adapta na pele do seu bebe.

O que eu não comprei e nem senti falta:

-cadeirinhas que balançam com luzes e sons:  eu não usei com o Theo e não achei necessidade de comprar para o Thomas

-Aquecedor de mamadeira

-Aquecedor de lencinho umedecido

-Cadeira de amamentação (nada melhor que o meu sofá e Netflix durante as mamadas)

Acho que é isso,  seu eu lembrar de mais coisas eu atualizo o post.

Abraços

Juliana


Link das lojas:

BuyBuyBaby

Carter’s

Amazon

Baby RUs

Conhecendo o Texas

 

Dallas- Texas

Aproveitamos o feriado da Páscoa para conhecer o estado do Texas. Escolhemos esse destino pois era um lugar que nós ainda não conhecíamos, é quente e queríamos aproveitar a viagem para reencontrar duas famílias de amigos que não víamos há muito tempo e que moram por lá.

 Quero deixar aqui registrado que a minha idéia de um Texas com uma paisagem mais árida  tipo os filmes de cowboys que agente vê na TV ou de um lugar mais rústico foi por água abaixo quando desembarcamos em Dallas. Paisagem muito verde, cidade com avenidas largas, limpa, muita construção nova! Estradas para todos os lados e muito viadutos ligando todos os lugares. Na verdade, nós  que moramos em Michigan é que estamos no interior rsrs.

Uptown Dallas

Tiramos um dia para passear por Dallas e conhecer um pouco a região.   Estacionamos o nosso carro no subsolo do Museu de Artes de Dallas e pagamos $10 para deixar o carro lá o dia inteiro. Bem frente ao Museu de Arte tem um parque muito legal chamado Klyde Warren Park para ir com as crianças pois tem um splash playground onde as crianças podem brincar e se molhar. O dia estava quente por volta de uns  24°C o que para nós de Michigan é calor, então os meninos se divertiram bastante no parque. Na hora em que chegamos estava tendo aula de ioga no gramado do parque e tinham bastante gente participando e também estavam chegando vários foods trucks. Neste parque mesmo pegamos o bondinho/trolley (de graça) para ir até a região da uptown que é onde se concentra vários restaurantes.  Estes bondes  antigos que foram restaurados, fazem um trajeto bem legal pela uptown de Dallas e você pode descer e subir em qualquer ponto de parada que estão sinalizados nas ruas por onde ele passa e além do mais você não precisa pegar o carro e pagar outro estacionamento.

IMG_0338

Klyde Warren Park

Paramos para almoçar em um restaurante chamado Bread Winners Café&Backery, o restaurante é bem bacana as tem várias opções de comidas, lanches e cafés. O que eu gostei nesse restaurante foi o pátio interno com bastante plantas e com luz natural que foi onde ficamos para almoçar, outra coisa que eu achei  interessante foi o kids menu na contra capa de um livro infantil e a única falha do restaurante foi ausência de trocador infantil nos banheiros. Como precisava trocar a fralda do Thomas perguntei para o garçom se tinha algum lugar que eu poderia trocar-lo e ele me encaminhou para uma sala que não estava sendo usada no momento no restaurante onde havia vários sofás onde pude trocar.

Bread Winners Cafe

Trolley de Dallas

Não consigo entender qual a dificuldade dos estabelecimentos em colocar trocador nos banheiros, é uma coisa tão simples! É só fixar na parede o trocador inclusive, no banheiro masculino, deveria ser obrigado por Lei a ter.

Depois de almoço caminhamos um pouco a pé pela região da Uptown de Dallas e  encontramos uma cafeteria de chocolate chamada Sablon Chocolate Lounge e como não resistimos a um chocolate entramos lá para uma sobremesa.

No dia seguinte fomos conhecer o Distrito histórico Fort Worth Stockyard. É um quarteirão da cidade que reproduz o Texas antigo com a estação ferroviária, área de rodeio, desfiles de boi restaurantes especializados em carnes e as lojas que vendem artigos de couro como  botas e os chapéus de caubóis. Almocamos no H3 Ranch, um restaurante com estilo bem texano e comemos uma costela muito boa! Foi um passeio bem legal e o mais próximo que cheguei daquele Texas que aparece em Filmes.

Fort Worth Stockyards

Em Dallas ficamos hospedados na casa de amigos, então não tenho indicação de hotel por lá. Seguimos viagem de Dallas sentido Houston com um pequeno desvio no caminho na cidade de Waco pois o Leo descobriu um lugar para fazer wakeboard de cabo (Cable Park) e como em Michigan não tem e só faz calor três meses por ano ele quiser aproveitar a viagem pra matar a saudade de fazer wakeboard. O lugar é bem legal tem uma boa estrutura e os meninos se divertiram. Almoçamos em Waco mesmo em um restaurante de rede chamado Texas Roadhouse, surpreendentemente a carne e os acompanhamento que pedimos estavam muito bons! (Depois de mais de três anos morando nos EUA não  esperamos muita coisa de restaurantes de rede).

Cable park em Waco

Chegamos em Houston  já a noite em baixo de chuva! Como estávamos bem cansados da viagem fomos direto para o hotel. Ficamos hospedados no Sheraton Houston Brookhollow pois como deixamos para fazer a reserva em cima da hora era o com valor mais em conta, ficava um pouco afastado do centro mas para nos não tinha problema. O  hotel era bom mas já está pedindo uma renovação principalmente dos banheiros. Também não tinha frigobar no quarto o que para quem viaja com crianças faz falta (enchemos o balde de gelo que tinha no quarto com gelo para conservar o iogurte que tínhamos com a gente).

 Na manhã seguinte, tomamos café da manha no hotel e fomos direto para o Space Center da NASA . Passamos o dia todo lá e é um passeio bem legal para se fazer com crianças, principalmente meninos que tem essa afinidade com astronautas, foguetes e o espaço. Nossa ideia era fazer um almoço mais tarde em alguma churrascaria brasileira em Houston, mas saímos muito tarde da NASA e tínhamos combinado de jantar na casa de uma amiga brasileira que mora em Houston, então seguimos direto para a casa dela. Foi ótimo reencontra-la e para tornar a visita melhor ainda os pais dela estavam lá de visita e eles são uma família muito querida por nós, mesmo sem nos ver há muitos anos! Para quem mora longe da família e doa amigos esses reencontros aquecem o coração!

Nasa Space Center

Nasa Space Center

 

Por dentro do Space Center

Saturno V

No dia seguinte os nossos planos de passear na parte da manhã pelo centro de Houston furaram pois estava chovendo e tínhamos que voltar dirigindo até Dallas (4 horas) para pegar o nosso voo de volta para Michigan. Antes de sairmos de Houstom paramos em uma padaria Mexicana chamada El Bolillo Bakery que vende todos os tipos de pães gostosos que você pode imaginar, inclusive pão francês! O único problema é que não tinha mesinhas lá dentro para comer, mas enchemos a nossa bandeja de gordices e fizemos pic-nic de café da manha no carro mesmo.

Nossa bandeija de pãezinhos do El bolillo

A viagem foi corrida mais super legal! Com certeza Houston pede mais dias de visita porém deu pra conhecer um lugar novo e reencontramos amigos queridos!! Gostamos muito do Texas e recomendamos viajar para lá sim! Dizem que Austin e Santo Antonio são muito legais também!

Blogs com dicas ótimas sobre o Texas:

Aprendiz de Viajante

Alo Houston!

Abraços

Juliana

Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole.

Detroit e arredores com criancas

É isso mesmo! Tire da sua cabeça aquela imagem da cidade de Detroit que você vê nos filmes e aproveitem para desbravar lugares bem bacanas que tem por aqui com a criançada!

Para os dias frios:

Michigan Science Center Science 

Este é um passeio que agrada crianças de todas as idades e aos pais também já que dá para se divertir junto com elas! Tem o cinema IMAX e atrações especiais, é só ficar de olho na programação!

Detroit Institute of Arts

É um museu de arte, nem todo mundo gosta, mas tem obras de pintores mundialmente conhecidos como Van Gogh e Picasso o que pode agradar crianças maiores.

The Henry Ford Museum

img_6602

É um museu que conta a história da indústria  automobilística e da indústria aqui nos EUA. Não é um museu de “colocar a mão” como o Science e sim mais de olhar as máquinas e os automóveis expostos, mas vale a pena conhecer! A parte do trens é bem bacana e aqui fica uma dica: escondido atrás da área dos trens tem um espaço com poltronas e vários legos e trenzinhos para as crianças brincarem enquanto os pais dão uma descansada.

img_6577

O lugar escondido para os pais descansarem um pouco enquanto as crianças brincam.

Sea Life Michigan Aquarium

É um aquário pequeno que fica dentro de um shopping de Outlets mas é novinho,  muito bem dividido e agradou muito o meu filho de 8 anos! Os destaques são os tubarões, a moreia gigante , o polvo e as tartarugas marinhas.

Ann Arbor Hands On Museum

Um lugar para a criança colocar a mão na massa e se divertir com experiências e brincadeiras! Recomendo para crianças a partir  de 2 anos até 10 anos.

Mt Brighton Ski Resort

img_2288

Quem disse que não da para esquiar em Michigan!? Ta certo que não temos montanhas altas mas para quem não é um expert em Ski alpino da para se divertir bastante! Voce pode comprar o passe e locar os equipamentos para esquiar por conta própria ou se inscrever  online nas aulas de Ski para aprender o básico.

AirTimeTrampoline 

Um galpão repleto de camas elásticas para a criançada pular e gastar todas as energias! E os papais podem pular junto também.

Legoland Discovery Center

Fica dentro do mesmo outlet do Sealife Auarium e é um lugar bacana para crianças de 2 até uns 8 anos.

Para os dias quentes:

Greenfield Village

img_1096

Vila histórica linda que pertence ao complexo do Henry Ford Museum. Voce vai passar um dia inteiro la dentro! Fique de olho na programação do site para os dias que tem eventos especiais! Fomos no feriado de memorial Day e foi muito bacana ver toda a reprodução da Guerra Civil Americana!

Detroit Zoo

img_3836

Tem gente que gosta e tem gente que não de zoológicos. Eu morro de dó dos bichinhos ali presos e sendo exibidos mas…criança gosta de ver bichos e o zoológico de Detroit é bem legal! A aérea do urso polar é a mais concorrida com  certeza! A  área  nova dos pinguins acabou de ser inaugurada  também!

– Passear no Detroit River Front

DSC00187.JPGA região que beira o Detroit River em frente ao prédio da GM foi toda revitalizada e vale a pena o passeio! E o Canadá esta ali do outro lado do rio.

Kensington Metro Park

Adoramos este parque! Se você é residente vale a pena comprar o passe anual. Tem atrações para todas as estações do ano. No verão tem as “praias”, splash playground com toboagua, tem uma fazendinha, inúmeras áreas de picnic com playground, área de churrasqueira, trilhas para andar de bike, aluguel de caiaque, pedalinho e canoa. No inverno a área para fazer sled é bem bacana! Fique de olho na programação pois o parque tem vários eventos!

The Adventure Park

img_7477

Para que curte arvorismo este é o lugar! Um lugar super bem estruturado repleto de circuitos de arvorismo demarcados por grau de dificuldade e ziplines!

Heritage Park em Farmington Hills

dsc01122

Um parque bem legal para levar a criançada  para brincar no verão e fazer um pic-nic.

Para crianças maiores que curtem esportes vale a pena levá-las assistir aos jogos dos times de Michigan:

Baseball (Tigers) –Commerica Park

Futebol Americano (Lions)

Basquete (Pistons)

Hockey (Red Wings) 

img_7388

Para levar a criançada para almoçar ou jantar:

Rain Forest Cafe

Hard Rock Cafe

Buddys Pizza

Mora aqui na região de Detroit? Tem alguma dica para dar? Deixe nos comentários!!

Bom divertimento!

Abracos

Juliana

Como vestir as crianças no inverno