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Mackinac Island -MI

IMG_1755Para muitas pessoas o estado de Michigan se resume a cidade de Detroit e a indústria automobilística, porém como já mencionei aqui no blog, Michigan é um estado repleto de belezas naturais e cidadezinhas encantadoras!

Neste verão, depois de quase quatro anos morando aqui, fomos conhecer a famosa Mackinac Island, uma pequena ilha que fica bem na divisa entre a Lower (LP) e a Uppper península (UP) de Michigan. Historicamente a ilha teve uma grande importância estratégica no passado por ficar localizada bem no estreito de Mackinac que liga o Lake Michigan com o Lake Huron, dois dos cinco grandes lagos americanos. Hoje a ilha é reconhecida como patrimônio histórico (muitas de suas casas foram construídas entre os anos de 1700 e 1800) e é sem dúvida um dos destinos de férias de verão mais conhecidos daqui. A população da ilha gira entorno de 500 habitantes, mas no verão chega a ter em média 15 mil visitantes por dia!

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Os casarões centenários da ilha! Lindos! A maioria deles hoje são hospedagens do tipo  Bed&Breakfast

Saímos no sábado pela manhã de casa e depois de quatro horas de estrada estávamos em Mackinaw City. A idéia era já fazer o check-in no hotel antes de pegar o ferry para a ilha mas como só poderíamos entrar depois da 3pm,  deixamos o carro no estacionamento do hotel, pegamos as nossas bikes, abastecemos as mochilas com comidinhas e trocas de roupa para as crianças e pedalamos até o píer de onde saem os ferrys, que era bem pertinho do hotel, bem no centrinho da cidade.

Optamos em ficar hospedados em Mackinaw City pois os preços são mais em conta do que na ilha, porém o hotel é aquele “padrão Michigan”, o que quer dizer que pagamos $170 a diária (Fairview Beachfront Inn) para ficar em um hotel antigo,  com café da manhã (bem fraquinho) compartilhado com o hotel do lado e cuja única infraestrutura que o hotel oferecia, que era a piscina (que eles chamavam de waterpark, mas que de waterpark não tem nada), não conseguimos usar pois só abria depois do meio-dia (no sábado quando chegamos estávamos na ilha nessa hora e no dia seguinte o nosso check-out era as 11 da manhã. Existem várias opções de hospedagem na cidade, acho que não tivemos sorte desta vez…pelo menos ele era pé na areia no Lake Huron.

Se o valor da diária não é problema para você, recomendo ficar hospedados na própria ilha que tem opções boas de hotel e de bed-and-breakfast, mas é bom fazer as reservas com antecedência durante os meses de verão em Michigan. E se for para gastar mesmo fiquem hospedados no Grand Hotel, um hotel de luxo histórico com diárias na casa dos $900 dólares na alta temporada (totalmente fora do nosso budget rsrsrs). Cabe lembrar que, infelizmente, não é permitido acampar na ilha, mesmo 80% dela ser um State Park.

Para se chegar na ilha é preciso pegar um ferry que sai da cidade de Macknaw City (LP)ou de Saint Ignace (UP), o trajeto dura em torno de 20 minutos e é feito por duas companhias, a Star Line Mackinac Island Ferry  e a Shepler’s Mackinac Island  Ferry. O serviço das duas companhias é praticamente o mesmo e no site você terá acesso a informações sobre preços e horários. Optamos pela Shepler’s pois estava com promoção de criança free na compra de adulto e compramos os tickets  on-line para aproveitar o desconto. Um fato curioso é que na ilha não entram carros, então você terá que deixar o seu carro nos estacionamentos que essas empresas oferecem. Para se locomover na ilha você terá a opção de andar a pé, alugar bicicleta ou de andar de charrete.  Optamos por levar as nossas bikes pois já temos a cadeirinha do bebe acoplada. Cabe lembrar que tivemos que pagar $10 dólares a mais por bike no ferry.

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Em Mackinaw City aguardando o Ferry

Um fato interessante é que durante o inverno de Michigan este trecho do lago fica completamente congelado, então os ferrys não funcionam. O único meio de acesso para ilha é através de snowmobiles que percorrem um trecho seguro do lago congelado chamado de “ice-bridge” que liga Mackinaw City a ilha. Os snowmobiles são os únicos veículos motorizados autorizados a chegar na ilha.

O passeio de ferry até a ilha  foi gostoso, ficamos na parte de cima que é aberta então tivemos uma vista privilegiada da Mackinac Bridge. Conforme o ferry se aproxima da ilha ele passa do lado de um farol e já dá para contemplar a fachada dos casarões históricos da ilha, muitos deles em estilo vitoriano, além do forte Holmes e do Grande hotel.

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No ferry a caminho de Mackinac Island com a famosa Mackinac Bridge ao fundo

Desembarcar em Mackinac Island é como voltar no tempo, a rua principal, que na verdade é uma estrada, a M-185 (única estrada dos Estados Unidos que não permite veículos motorizados) é margeada por casarões antigos que hoje são sede de diversos restaurantes, lojinhas, locadoras de bicicletas e hotéis. Ao invés de carros nas ruas temos charretes puxadas a cavalo e muitas, muitas bicicletas! Para manter a ordem, tem lugares demarcados para estacionar as bikes ao longo da rua, locais exclusivos para as charretes e guarda de transito para garantir a ordem. Por ser um sábado a ilha estava bem cheia e as calçadas estreitas  dominadas por pedestres que cruzavam a rua de um lado para o outro o que requeria muita atenção quando estavámos pilotando as bicicletas.

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Ao chegar em Mackinac Island voce já se da conta que a bicicleta é o principal meio de transporte local

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Depois das bikes, os cavalos são a outra opção de transporte na ilha.

Optamos em seguir a avenida sentido sul da ilha e conforme nos afastávamos do centro o tumulto foi diminuindo. Esta rua/ciclovia contorna toda a ilha e tem a extensão de aproximadamente 8 milhas (13 km de circunferência) e pode ser percorrida de bike ou a pé. Os passeios a cavalo ficam mais concentrados no centrinho. Também tem diversas trilhas pelo interior da ilha para quem gosta de hiking.

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A rua/estrada (M-185) que contorna Mackinac Island

Claro que tem pontos turísticos tradicionais na ilha como o Arch Rock, o Fort Holmes, boboletário, museu, igreja e o Grand hotel mas preferimos nos concentrar no passeio de bike contornando a ilha e apreciar a vista do alto da Arch Rock pois só tínhamos praticamente uma tarde na ilha. Para quem for passar o final de semana na ilha vai ter tempo suficiente para os programas turísticos.

Como estava um dia lindo de sol (mas com um ventinho típico do norte de Michigan claro) a água do lake Huron estava transparente  e com um tom azul lindo! As praias que se formam na ilha não tem areia e sim muitas pedras, então as pessoas constroem castelos de pedras ao longo da margem o que da um efeito visual super bonito e diferente! E é claro que os meninos adoraram brincar nas pedras. Ao longo do nosso trajeto paramos para um lanchinho e apreciar a vista que era linda! Depois estacionamos as bikes no acesso para o Arch Rock que é que uma formação rochosa em forma de arco no alto do morro com vista para o lago. A escadaria que leva até lá tem por volta de 200 degraus mas não é difícil de subir e lá fomos nos com as crianças. Lá em cima tinha bastante gente, muitas tinham chegado de charrete por uma trilha interna. Tem alguns bancos para descansar e um mirante com uma bela vista para o Lake Huron. Todo mundo (claro!) queria tirar uma foto com a Arch roch ao fundo então, tivemos que esperar um pouco para conseguir tirar as fotos e usar estratégias para não sair nenhum desconhecido de “papagaio de pirata” na mesma…fato típico de lugares turísticos.

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Escadaria que leva ate a Arch Rock

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A famosa Arch Rock. Lá embaixo a estrada na qual viemos pedalando!

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Vista do Lake Huron do mirante da Arch Rock

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Praia de Pedras de Mackinac Island

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Castelos/faróis de pedras!

Não demos a volta toda na ilha pois o Theo já estava cansado de pedalar (estávamos com a nossa bike dupla onde eu pedalava na frente e ele ia atrás ajudando a pedalar e o Leo em outra bike com o Thomas na cadeirinha), então demos meia volta e retornamos pelo mesmo trajeto. Já era por volta de 5 horas da tarde quando chegamos novamente no centrinho da ilha, estacionamos as bikes e fomos almoçar/jantar no restaurante Pink Pony, o qual eu tinha lido bons reviews na internet. Este restaurante fica dentro de um hotel e o ambiente é antigo e meio vintage. Com relação a comida esta estava boa  mas nada diferente do padrão americano de ser. O kids-menu tinha as opções de sempre dos restaurantes (tender fingers, hamburguinho, grilled-cheese ou macarrão com queijo).

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Centrinho de Mackinac Island

Ao saírmos do restaurante a ilha já estava mais vazia e o tempo estava começando a esfriar. Pedalamos um pouco no outro sentindo mas logo voltamos para pegar o ferry de volta para Macknaw City. Na volta viemos na parte de dentro do ferry pois o vento estava desagradável na parte externa. O interior do ferry é bem grande com bastante assentos e as janelas grande permitem um boa vista lá de fora, e a esta hora, as luzes da Mackinac Bridge já estavam acesas!

Quando voltamos para Mackinaw City pedalamos de volta para o hotel para ai sim, fazer o nosso check-in. No começo da noite demos uma volta pela cidade, tomamos um sorvete e fomos até  beira do lago ver o sol se por na Mackinac Bridge. Agora no verão o dia começa a escurecer  por volta das 9 e meia da noite apenas, o que faz o dia render bastante!

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Por-do-sol na Mackinac Bridge! Lindo!

Na manhã seguinte passeamos pela cidade, fizemos algumas fotos e antes de virmos embora almoçamos no Nonna Lisa’s Restaurant que tem uma decoração bem bacana em estilo cabana com animais empalhados e lareira (o Thomas ficou um pouco assustado com os bichos) e a comida estava muito boa, fugindo um pouco do cardápio típico americano.

Mackinaw city também é uma gracinha de cidade com varias opções de hotéis, restaurantes e lojinhas e passagem obrigatória para quem vai sentido upper península. Vale a penas dedicar um dia para passear e conhecer a cidade.

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Uma das paradas obrigatórias em Mackinaw City. Este é um dos melhores pontos para se ver a Mackinac Bridge!

Espero que tenham gostado de conhecer mais um pedacinho de Michigan aqui no blog! Visitem o perfil do blog no Instagram (@morarmoseua), tem sempre fotos novas por lá!

Abraços

Juliana

Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos e fotos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole.

Mais lugarzinhos de Michigan nos posts abaixo!

Fim de semana em Petoskey-MI

Upper Peninsula de Michigan

Praias de Michigan

Traverse City -MI

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Conhecendo o Texas

 

Dallas- Texas

Aproveitamos o feriado da Páscoa para conhecer o estado do Texas. Escolhemos esse destino pois era um lugar que nós ainda não conhecíamos, é quente e queríamos aproveitar a viagem para reencontrar duas famílias de amigos que não víamos há muito tempo e que moram por lá.

 Quero deixar aqui registrado que a minha idéia de um Texas com uma paisagem mais árida  tipo os filmes de cowboys que agente vê na TV ou de um lugar mais rústico foi por água abaixo quando desembarcamos em Dallas. Paisagem muito verde, cidade com avenidas largas, limpa, muita construção nova! Estradas para todos os lados e muito viadutos ligando todos os lugares. Na verdade, nós  que moramos em Michigan é que estamos no interior rsrs.

Uptown Dallas

Tiramos um dia para passear por Dallas e conhecer um pouco a região.   Estacionamos o nosso carro no subsolo do Museu de Artes de Dallas e pagamos $10 para deixar o carro lá o dia inteiro. Bem frente ao Museu de Arte tem um parque muito legal chamado Klyde Warren Park para ir com as crianças pois tem um splash playground onde as crianças podem brincar e se molhar. O dia estava quente por volta de uns  24°C o que para nós de Michigan é calor, então os meninos se divertiram bastante no parque. Na hora em que chegamos estava tendo aula de ioga no gramado do parque e tinham bastante gente participando e também estavam chegando vários foods trucks. Neste parque mesmo pegamos o bondinho/trolley (de graça) para ir até a região da uptown que é onde se concentra vários restaurantes.  Estes bondes  antigos que foram restaurados, fazem um trajeto bem legal pela uptown de Dallas e você pode descer e subir em qualquer ponto de parada que estão sinalizados nas ruas por onde ele passa e além do mais você não precisa pegar o carro e pagar outro estacionamento.

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Klyde Warren Park

Paramos para almoçar em um restaurante chamado Bread Winners Café&Backery, o restaurante é bem bacana as tem várias opções de comidas, lanches e cafés. O que eu gostei nesse restaurante foi o pátio interno com bastante plantas e com luz natural que foi onde ficamos para almoçar, outra coisa que eu achei  interessante foi o kids menu na contra capa de um livro infantil e a única falha do restaurante foi ausência de trocador infantil nos banheiros. Como precisava trocar a fralda do Thomas perguntei para o garçom se tinha algum lugar que eu poderia trocar-lo e ele me encaminhou para uma sala que não estava sendo usada no momento no restaurante onde havia vários sofás onde pude trocar.

Bread Winners Cafe

Trolley de Dallas

Não consigo entender qual a dificuldade dos estabelecimentos em colocar trocador nos banheiros, é uma coisa tão simples! É só fixar na parede o trocador inclusive, no banheiro masculino, deveria ser obrigado por Lei a ter.

Depois de almoço caminhamos um pouco a pé pela região da Uptown de Dallas e  encontramos uma cafeteria de chocolate chamada Sablon Chocolate Lounge e como não resistimos a um chocolate entramos lá para uma sobremesa.

No dia seguinte fomos conhecer o Distrito histórico Fort Worth Stockyard. É um quarteirão da cidade que reproduz o Texas antigo com a estação ferroviária, área de rodeio, desfiles de boi restaurantes especializados em carnes e as lojas que vendem artigos de couro como  botas e os chapéus de caubóis. Almocamos no H3 Ranch, um restaurante com estilo bem texano e comemos uma costela muito boa! Foi um passeio bem legal e o mais próximo que cheguei daquele Texas que aparece em Filmes.

Fort Worth Stockyards

Em Dallas ficamos hospedados na casa de amigos, então não tenho indicação de hotel por lá. Seguimos viagem de Dallas sentido Houston com um pequeno desvio no caminho na cidade de Waco pois o Leo descobriu um lugar para fazer wakeboard de cabo (Cable Park) e como em Michigan não tem e só faz calor três meses por ano ele quiser aproveitar a viagem pra matar a saudade de fazer wakeboard. O lugar é bem legal tem uma boa estrutura e os meninos se divertiram. Almoçamos em Waco mesmo em um restaurante de rede chamado Texas Roadhouse, surpreendentemente a carne e os acompanhamento que pedimos estavam muito bons! (Depois de mais de três anos morando nos EUA não  esperamos muita coisa de restaurantes de rede).

Cable park em Waco

Chegamos em Houston  já a noite em baixo de chuva! Como estávamos bem cansados da viagem fomos direto para o hotel. Ficamos hospedados no Sheraton Houston Brookhollow pois como deixamos para fazer a reserva em cima da hora era o com valor mais em conta, ficava um pouco afastado do centro mas para nos não tinha problema. O  hotel era bom mas já está pedindo uma renovação principalmente dos banheiros. Também não tinha frigobar no quarto o que para quem viaja com crianças faz falta (enchemos o balde de gelo que tinha no quarto com gelo para conservar o iogurte que tínhamos com a gente).

 Na manhã seguinte, tomamos café da manha no hotel e fomos direto para o Space Center da NASA . Passamos o dia todo lá e é um passeio bem legal para se fazer com crianças, principalmente meninos que tem essa afinidade com astronautas, foguetes e o espaço. Nossa ideia era fazer um almoço mais tarde em alguma churrascaria brasileira em Houston, mas saímos muito tarde da NASA e tínhamos combinado de jantar na casa de uma amiga brasileira que mora em Houston, então seguimos direto para a casa dela. Foi ótimo reencontra-la e para tornar a visita melhor ainda os pais dela estavam lá de visita e eles são uma família muito querida por nós, mesmo sem nos ver há muitos anos! Para quem mora longe da família e doa amigos esses reencontros aquecem o coração!

Nasa Space Center

Nasa Space Center

 

Por dentro do Space Center

Saturno V

No dia seguinte os nossos planos de passear na parte da manhã pelo centro de Houston furaram pois estava chovendo e tínhamos que voltar dirigindo até Dallas (4 horas) para pegar o nosso voo de volta para Michigan. Antes de sairmos de Houstom paramos em uma padaria Mexicana chamada El Bolillo Bakery que vende todos os tipos de pães gostosos que você pode imaginar, inclusive pão francês! O único problema é que não tinha mesinhas lá dentro para comer, mas enchemos a nossa bandeja de gordices e fizemos pic-nic de café da manha no carro mesmo.

Nossa bandeija de pãezinhos do El bolillo

A viagem foi corrida mais super legal! Com certeza Houston pede mais dias de visita porém deu pra conhecer um lugar novo e reencontramos amigos queridos!! Gostamos muito do Texas e recomendamos viajar para lá sim! Dizem que Austin e Santo Antonio são muito legais também!

Blogs com dicas ótimas sobre o Texas:

Aprendiz de Viajante

Alo Houston!

Abraços

Juliana

Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
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Fim de semana em Petoskey-MI

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M119 – Harbor Springs

No final do mês de outubro fomos conhecer a região de Petoskey aqui  de Michigan que fica na  área conhecida como Little Traverse Bay. Petoskey é um destino de praia (praia formada pelo gigantesco lago Michigan) muito frequentado nas férias de verão aqui de Michigan entre os meses de Maio e Setembro. Porém no outono a região também faz sucesso devido a mudança nas cores das folhas das árvores que vão do tom vermelho, passando pelo laranja até chegar no amarelo ouro o que dá para a região um efeito visual lindo!

Saímos na sexta-feira a tarde e ao invés de ir direto para Petoskey desviamos para oeste sentido Traverse City. A viagem em si em direção ao norte de Michigan já é por si só um deleite para os olhos, ver todas aquelas árvores coloridas beirando as estradas é lindo demais! Já estivemos em Traverse duas vezes mas como desta vez estávamos com os meus pais queríamos que eles também conhecessem esta cidade que é um dos destinos turísticos mais famosos aqui de Michigan.

Chegamos quando já estava anoitecendo em Traverse e ficamos hospedados no Grand Beach Resort Hotel. O Hotel fica bem localizado, bem de frente para a praia. O tempo não ajudou muito, estava frio e com uma garôa fininha. O hotel tinha uma piscina indoor o que foi o ponto alto para o Theo nesse primeiro dia de viagem. Depois da piscina e de um banho saímos para jantar. Os restaurantes da rua principal do centro de Traverse City estavam bem cheios, acabamos jantando em um restaurante mais próximo do hotel, já que com um bebe não da para arriscar ficar em fila de espera em restaurante.

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Praia em frente ao Grand Beach Resort Hotel. No verão deve ser ótimo!

Recomendo fortemente reservar os hotéis antes de ir para esta região. Mesmo não sendo alta temporada, a maioria dos hotéis estavam lotados! Se você também tem a intensão de jantar em algum restaurante em especial também recomendo ligar para o local durante o dia e fazer reserva se não quiser esperar mais de uma hora na fila por uma mesa.

O quarto do hotel era muito bom,  com duas camas queen-size, uma mini copa com microondas, frigobar e pia o que facilita a vida de quem esta com um bebe e precisa fazer papinhas e preparar mamadeiras. O ponto negativo do hotel foi a não disponibilidade de berço para bebe (esqueci de solicitar quando fiz a reserva), um cheiro (fraco) de cigarro no quarto, mesmo o hotel sendo smoky-free e a sala de café da manhã era muito pequena com relação ao tamanho do hotel, o que tornou a hora do café da manhã tumultuada.

No dia seguinte , o tempo estava um pouco melhor e passeamos um pouco pela cidade.  Fomos conhecer o The Village Grand Traverse Community. Para mim o mais legal do local é a área externa, o que rendeu bonitas fotos. Lá também tem restaurante e lojinhas.

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The Village Grand Traverse Community

Na saída paramos na Grand Traverse Pie Company, um lugar famoso pelos diversos tipos de tortas doces. O lugar é super gostosinho, paramos lá para tomar um chocolate quente e recomendo visitar o local. Além das tortas vi saindo vários sanduiches bem apetitosos!

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Pie Company em Traverse City

O centrinho de Traverse é cheio de restaurantes e lojinhas, super charmoso o que  pede uma caminhada a pé, mas desta vez o nosso destino era mais ao norte então só passamos de carro. Recomendo se tiver tempo de viagem, reservar um dia inteiro  para curtir a região central de Traverse City. Traverse também fica perto de Glen Arbor e de Sleeping Bear Sand Dunes, dois lugares que vale a pena a visita se você ainda não esteve lá.

Nossa viagem para Traverse City esta aqui.

E para quem gosta de cerveja existem várias cervejarias pela região além das vinícolas.

De Traverse City pegamos a estrada US-31 sentido Petoskey. O viagem durou em torno de uma hora e o trajeto beirando o lago Michigan é lindo! No caminho existem várias farms que vendem  maçãs na beira da estrada. Um pouco antes de chegar em Petoskey passamos por uma cidade chamada Charlevoix que fica situada entre o lago Michigan e o lago Charlovoix, só de passar por ela já me deu vontade de para e almoçar em algum restaurante de lá de frente para o lago, uma cidadezinha super charmosa.

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US-31 a caminho de Petoskey

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Charlevoix-MI

Chegamos em Petoskey no começo da tarde. Ficamos hospedados no Comfort Inn, um hotel padrão aqui nos EUA. A recepção era um pouco datada mas  o quarto e banheiros eram bons. Ficamos hospedados no segundo andar e como o hotel não tinha elevador tivemos que subir pelas escadas com as malas. O café da manhã, padrão americano, estava melhor que o do hotel de Traverse City.

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Petoskey-MI

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Bayfront Park em  Petoskey

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Lake Michigan – Bayfront Park Petoskey

Saímos do hotel e fomos conhecer a loja de chocolates Kilwins Chocolate Kitchen que fica bem na avenida principal que beira o lago. A loja é bem bacana e além dos chocolates e sorvetes, vende aqueles fudges típicos da região norte de Michigan e a pipoca caramelizada que o Theo adora. Se você se programar com antecedência dá para fazer um tour pela fábrica de chocolates. De lá paramos no Bayfront park que fica bem na beira do lago (na estrada um pouco mais ao norte desse park tem o Sunset Park, que fica na parte alta da estrada e é um ótimo local para tirar fotos). As árvores estavam lindas com as cores do outono! Tinha um playground bem bacana também mas como já era fim de tarde o vento frio encurtou o nosso tempo no parque.

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Petoskey-MI

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Kilwins chocolate kitchen em Petoskey

Quase em frente ao Bayfront park tem o Bear River Valley Recreation Area, um lugar bem tranquilo e gostoso para fazer caminhada. A ponte de arcos que tem logo na entrada é bem bonita, vale a pena o passeio se você gosta de caminhadas ao ar livre. A cidade em si é bem bonita e possui muitas casas em estilo vitoriano que dá todo um charme para o local. Por ficar em uma colina, Petoskey tem uma vista privilegiada do Lake Michigan.

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Petoskey- Bear River Valley

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Bear River Valley – este parque fica bem no centro de Petoskey

A noite, deixamos os meninos com os avós no hotel e saímos para um jantar a dois. Por coincidência estava tendo a Restaurant Week em Petoskey bem neste fim de semana. Escolhemos o restaurante Pallete Bistro para ir e acertamos na escolha, A comida estava muito boa, o lugar super aconchegante! Nossa passagem por Petoskey foi rápida, com certeza iremos voltar para desbravar mais a cidade.

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Centrinho de Petoskey-Mi

Mais sobre a cidade de Petoskey e o que fazer por lá clique aqui.

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M-119 Tunnel of Trees

No dia seguinte  deixamos o hotel para conhecer o famoso Tunnel of Trees. Tunnel of Trees Scenic Heritage Rte é como é conhecido o trecho da estrada M119 entre  as cidades de Harbor Springs e Cross Village ao norte de Petoskey. Esse trecho tem 20 milhas (aproximadamente 32 quilometros) e está entre uma das estradas mais bonitas de Michigan e é muito procurada nesta época do ano por causa das cores das folhas das árvores durante o outono.

O dia estava um pouco nublado mas a paisagem continuava  linda para o passeio! O nosso hotel estava localizado bem na saída para a M119. Logo no início da estrada tem a Cervejaria  Petoskey Brewing, que é parada obrigatória para os amantes de cerveja. A caminho de Harbor Springs do lado esquerdo da estrada vai estar o Petoskey State park. Se você estiver com tempo, vale parar e desbravar a região. O parque fica  em frente ao lago Michigan e deve ser lindo.

Continuando na M119, a próxima parada foi em Harbor Springs. Fiquei encantada com Harbor Springs! É uma cidadezinha bem pequena mas super charmosa. Na rua que beira a praia tem uns casarões lindos! No verão aquele lugar deve ser o máximo. É em Harbor Springs que o famoso Tunnel of Trees começa de verdade.

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Pond Hill Farm- Harbor Springs

Outra parada bacana, logo depois de Harbor Springs é a  Pond Hill Farm. É uma fazenda que nessa época do ano fica cheia de abóboras. Um lugar bacana para fotografar e para quem tem crianças tem uma fazendinha e algumas brincadeiras como boliche de abóboras. Eles vendem vários tipos de cervejas e vinhos da região e para quem quer entrar no clima do outono de Michigan tem para vender os famosos dunuts com açúcar e canela e suco de maçã tradicional e o quente que parece um chá de maçã, muito bom!

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Pond Hill Farm

 

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Pond Hill Farm

Continuamos na estrada sentido norte. A M-119 neste trecho é estreita então as árvores ficam bem próximas uma das outras formando um verdadeiro túnel de árvores. É uma estradinha cheia de curvas, subidas e descidas, uma delícia de ir passeando observando a paisagem, sem pressa, mas prestem atenção no trafego pois mesmo ela sendo estreita ela é de mãos dupla e não tem faixa separando as pistas (o asfalto era novo, pode ser por isso) então um olho nas árvores e outro na estrada. Em alguns trechos da estrada é possível ver o Lago Michigan a sua esquerda (para quem esta indo sentido Norte). Praticamente não existem pontos de parada, pois a área de acostamento é bem estreita mas em alguns lugares é possível dar uma parada rápida com o carro para fotografar.

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M-119

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M-119 Tunnel of Trees

Este ano, a mudança das cores das folhas das árvores atrasou. Dizem que foi porque o frio demorou para chegar por essas bandas este ano. Normalmente a mudança das folhas nesta região mais ao norte de Michigan começa no final de setembro tendo o seu ápice no meio do mês de Outubro. Estivemos na região no fim de semana do dia 22 de outubro e ainda tinha vários trechos onde as folhas ainda estavam verdes. Este ano, só conseguiu ver tudo amarelo cor de ouro quem esteve na região entre a última semana de outubro e a primeira de novembro, o que foi totalmente atípico.

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Este trecho da M119 ainda estava bem verde, mas mesmo assim lindo!

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No final da mudança das cores a M-119 fica assim! (photo M-119 facebook page)

Um pouco antes de chegar em Cross Village tem uma vilinha na beira da estrada chamada de Good Heart, onde tem opções charmosas para tomar um chocolate quente. Mas cuidado, se você piscar voce passa por ela sem perceber.

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Uma paradinha no meio da M-119

 

A estrada termina em Cross Village que é praticamente uma rua onde fica  o Legs Inn, famoso restaurante e ponto de parada obrigatória  da pequena comunidade mas para a nossa surpresa ele já estava fechado para a estação. Tentamos comer alguma coisa no Old World Cafe que fica do outro lado da rua mas estava impossível de entrar, lotado. Fomos então conhecer a praia de Cross Village. Muito bonita, pena que o tempo fechou e estava aquele vento frio vindo do lago Michigan.

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Praia em Cross Village-MI

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Praia de Cross Village-MI

De lá pegamos estrada de volta para casa. Esta região da M-119 dá para ser explorada com mais calma, principalmente no verão para curtir as praias e os parques. Infelizmente só tínhamos tempo para passar por ela. Voltamos pela I-75, se tivéssemos um dia a mais iríamos até Mackinaw City para os meus pais conhecerem pois estávamos bem pertinho, a menos de meia hora de carro. A volta foi bem puxada, paramos para almoçar na cidade de Gaylord em um restaurante tipo buffet chamado Ponderosa Steakhouse, o que é raro por aqui. Então seguimos direto para casa com duas crianças no carro. No final o Thomas já estava cansado e chorou bastante. O ideal seria ter dormido em algum hotel no caminho e voltado no dia seguinte pela manhã, fica então a dica para quem esta com criança pequena.

 

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Este mapa mostra um roteiro bem bacana de viagem para se fazer por Michigan

Mais informações:

Pagina da M-119 no facebook

Pure Michigan

MyNorth

Petoskey Area

Traverse City

Abraços

Juliana

Todos os textos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole.

Como é morar em Richmond na Virginia

E o post de hoje foi escrito pela Carol Mendes do blog Descobri a América que mora na cidade de Richmond, no estado da Virginia.

Obrigada Carol por colaborar com o blog!

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Meu nome é Carol Mendes, moro nos Estados Unidos há 4 anos, atualmente em Richmond, estado da Virginia. Mantenho um blog com dicas sobre a vida nos EUA chamado Descobri a América (www.descobriaamerica.com) e hoje vim contar pra vocês, leitores do blog Morar nos EUA, um pouquinho da minha vida aqui.

Sou de São Paulo, casada com um americano e mãe de dois garotinhos lindos. Nunca sonhei em morar na América, mas… “o amor não escolhe pátria” e isso resume bem como vim parar neste país.

Já morei em North Carolina, numa cidadezinha nas montanhas, fronteira com os estados de Tennessee e Georgia. Amo o sul dos Estados Unidos, principalmente os americanos sulistas!

Richmond não é uma cidade muito conhecida pelos brasileiros, mas é a capital do estado da Virginia e está situada a mais ou menos duas horas e meia ao sul de Washington, D.C. É uma das cidades mais antigas do país e muitos acontecimentos importantes na história americana aconteceram aqui. Prédios e bairros históricos, museus, monumentos e campos de batalha enriquecem e embelezam Richmond em toda a sua extensão. Até Pocahontas viveu aqui! J

Richmond City, em si, é relativamente pequena e contava com 220.289 habitantes em 2015, de acordo com o United States Census Bureau. Quando falamos sobre Richmond, geralmente nos referimos à Grande Richmond, ou seja, Richmond City e Condados de Chesterfield, Hanover e Henrico (subúrbios). A Grande Richmond conta com aproximadamente um milhão de habitantes.

Quem não mora em Richmond City, mora nos subúrbios (arredores) da cidade, por serem locais mais tranquilos (não confunda subúrbios com pobreza). Geralmente as famílias moram nos arredores porque a vida no centro é mais agitada, além dos preços dos imóveis do centro serem inacessíveis à maioria da população (entenda como milhões de dólares).

O que acho interessante nos arredores de Richmond City é que, em muitos lugares, não há calçadas. É chato porque, quando se você quer passear de carrinho com as crianças, é necessário ir pela rua (apesar dos carros trafegarem “devagar”).

Ter carro é algo essencial por aqui. Há transporte feito por ônibus (GRTC Transit System) mas a abrangência é limitada e não há linhas saindo de bairros residenciais.  Resumindo, sem carro você não vai a lugar algum.

Falando em carro, temos o sistema de trens da Amtrak que nos leva de Richmond a Washington em duas horas. Vale a pena para quem quer conhecer Washington mas não está a fim de dirigir e enfrentar o trânsito do caminho até lá, principalmente chegando na cidade.

 Sobre o clima, temos todas as estações do ano bem divididas: verão é quente (entre 28 e 40 graus Celsius, em média), inverno é frio mas na maioria das vezes não passa de zero graus Celsius, e primavera e outono são amenos. De janeiro a março é possível ter neve, mas é sempre pouca e derrete logo, às vezes até no mesmo dia.

 Para quem gosta de praia, estamos pertinho da costa leste! Virginia Beach, a mais famosa praia, fica a apenas 190 Km daqui.

 Há somente um mercadinho brasileiro, chamado Cantinho do Brasil. Quanto a restaurantes, há o Texas de Brazil e o Ipanema Cafe. A comunidade brasileira é bem pequena, o que pode ser ótimo para quem está querendo vir para uma cidade bacana aprender inglês e não ter contato com brasileiros (para evitar conversar em português).

De forma geral, adoro a minha vida nos Estados Unidos. Não pense que se trata de um país perfeito, pois não é; mas é onde me sinto em casa atualmente e onde posso preparar um futuro melhor para os meus filhos. Para quem sonha em vir pra cá, primeiramente é necessário ter em mente que morar e passar férias são universos bem diferentes. A decisão de morar aqui tem que ser tomada de forma consciente, após extensa pesquisa e planejamento. E é para ajudar nessa busca de informações que eu e a Juliana tentamos contar em nossos blogs sobre a vida nos EUA como ela realmente é. Viver num país diferente, viver uma cultura e valores diversos, exigem uma alta capacidade de adaptação e humildade e isso não é pra todo mundo. Será que é pra você? Se quiser saber a minha opinião e experiências, te convido a visitar o blog Descobri a América no link abaixo. See you soon!

Carol Mendes

Blog: www.descobriaamerica.com

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Rumo a UP North- Parte 2

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Depois de fazermos o passeio principal de Munising que é ver as Pictured Rocks passeando de barco pelo Lake Superior – Clique aqui para ver esta primeira parte da viagem – no dia seguinte fomos desbravar de carro a região.

Como o tempo virou e começou a chover (não deu para fazer o passeio de caiaque pelas Pictured Rocks), resolvemos ir até a cidade de Marquette que fica  a  50 minutos de Munising. A estrada vai beirando o Lake Superior e se não fosse o tempo chuvoso teria rendido lindas fotos. A cidade de Marquete é a maior cidade da Upper Península com aproximadamente 22,000 habitantes. Marquette é uma cidade universitária pois abriga a Northern Michigan University com aproximadamente 10,000 estudantes. É uma cidade turística que assim como Munising atrai turistas na primavera, no verão por causa das praias, camping, pesca e caça, no outono por causa da paisagem deslumbrante e diversas trilhas para hiking e bike e no inverno por causa dos esportes de neve. Como tempo não ajudou muito fomos conhecer o Marquette Maritme Museum. É um museu pequeno mas bem montado e as crianças pequenas acabam gostando. Ao lado do Museu tem uma Lighthouse (farol) para visitar, mas como não vemos muita graça em visitar farol acabamos não indo até lá (Os moradores de Michigan tem uma atração por faróis, deve ser por aqui tem muitos, já que o estado é rodeado pelos grandes lagos)

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Museu Maritimo de Marquette. Opção para um dia de chuva.

Depois do museu fomos comer a famosa Pastie, que é tipo uma fogaça tradicional da região norte de Michigan. Comemos em uma pequena lanchonete chamada Jean Kay’s que é bem tradicional na região, estava muito bom e o próprio proprietário estava lá fazendo as pasties e foi super atencioso conosco.

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A famosa Pastie da Upper Peninsula.

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 Na volta para Munsing passamos por um parque repleto de esculturas gigantes feitas com sucata chamado Lakenenland, você não paga nada para entrar e nem precisa sair do carro para ver as esculturas, o que é bom em dias chuvosos e no inverno.

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Esculturas de sucata do Lakenenland

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Lakenenland

Esta região entre Munising e Marquette é repleta de trilhas para ATVs (jipes, quadriciclos, motos) e no inverno elas são usadas para andar Ski (Ski Trail) e de snowmobile, são mais de 300 milhas de trilhas para os aventureiros que gostam de se divertir na neve. Clique neste link para obter mais informações de como se divertir no inverno na Upper Península de Michigan! Dizem que ver as inúmeras cachoeiras da região congeladas é outra atração imperdível!

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Upper Península: Ótima opção para os esportes de inverno! (foto: http://www.munisingsnow.com)

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Eben Ice Caves (fotos do site munisingsnow)

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Munising Winter Waterfalls (fotos do site munisingsnow)

Mais informações sobre a cidade de Marquette aqui.

Marquette Visitor Guide

No dia seguinte o tempo melhorou e seguimos viagem de Munsing pela sentido Grand Marais pela estrada H-58. Esse passeio é lindo e eu só fiquei imaginando passar por esta estrada no outono, quando as folhas das árvores estão com aquele tom vermelho-alaranjado lindo!! Neste trajeto de 50 milhas existem vários pontos de paradas com mirantes, cachoeiras e praias. Um dos mirantes mais bonitos e de fácil acesso é o Minners Castle que oferece uma vista linda do alto das Pictured Rocks.

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H-58 – Considerada uma das estradas mais bonitas da Upper peninsula. Conseguem imaginar este lugar no outono?

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Mirante Maners Castle

Outro mirante bem procurado é o Chapel Rock, mas acabamos vendo ele apenas de longe pois a trilha requeria uma caminhada mais longa e com criança pequena complica um pouco. Paramos em algumas praias muito bonitas pela caminho e bem rústicas, porém sofremos um pouco com os mosquitos, passamos repelente mas mesmo assim eles estavam nos atacando (me lembrou meus passeios em Ilha Bela-SP), mas mesmo com  mosquitos vale a pena! Cabe lembrar que as praias formadas pelo Lake Superior são mais contemplativas pois a água, mesmo no verão, é gelada!

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Trilhas para os mirantes são bem acessiveis.

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Praias na H-58: Rústicas, lindas e geladas (no começo do verão)

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Praia formada pelo Lake Superior

Mais informações sobre os mirantes e praias na H-58 aqui.

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Grand Marais é uma vilinha de praia bem pequena mas charmosa, é conhecida pelas praias escondidas e pelas dunas de areias. Para quem não vai se aventurar pelas trilhas não tem muito o que se fazer por lá, paramos apenas para almoçar e continuamos a viagem para conhecer a mais famosa das cachoeiras de Michigan, a Tahquamenon Falls.

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Dunas de Grand Marais

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Vista do lake Superior do alto das dunas de Grand Marais

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Cidade de Grand Marais

Tahquamenon Falls é considerada a maior cachoeira de Michigan. Ela fica na cidade de  Newberry dentro de um parque estatual e o acesso é fácil, com boa sinalização e boa infra-estrutura ao redor com banheiros, lanchonetes e lojinhas de lembrancinhas. Não espere encontrar uma cachoeira gigante, para a gente que já esteve em Foz do Iguaçu ou até mesmo em cachoeiras menores espalhadas pelo Brasil, ela é pequeninha, mas a paisagem em que ela esta inserida é muito bonita e vale a pena o passeio.

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Tahquamenon Falls

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A famosa Tahquamenon Falls

Mais Informações sobre a Tahquamenon Falls aqui.

Atrações na região da Tahquamenon Falls.

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Tahquamenon Falls no outono, temos que voltar lá na estação mais bonita do ano de Michigan!!

Nesta região tem diversos passeios para fazer e locais para acampar. Tem o Oswald’s Bear Ranch que é um santuário de ursos (não é um zoológico) que parece ser uma passeio bem legal, mas acabamos não visitando, ficou para a próxima.

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Como aqui durante o verão fica claro até quase as 10 horas da noite, seguimos viagem ate chegar na cidade de Sault Saint Marie onde tinhamos hotel reservado. Eu particularmente não gostei dessa cidade, achei bem decadente. Sault Saint Marie faz divisa com o Canadá com uma cidade de mesmo nome e possui um porto muito grande pois o canal que passa pela cidade faz a comunicação entre os Lagos Superior e o Huron, então a cidade tem uma importância comercial e estratégica, mas de turística deixa a desejar. O único passeio que fizemos na cidade foi visitar um navio museu, o Museum Ship Valley Camp. É um passeio legal pois é um navio enorme que foi transformado em museu e você anda por ele inteiro. Demos uma volta na rua principal da cidade onde aproveitamos para comer o famoso Fudge da Upper Peninsula.

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Museum Ship Valley Camp em Sault Saint Marie

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Fudge em Saint Marie

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Preparando o Fudge

De Saint Marie seguimos caminho de volta para a Lower Peninsula cruzando novamente a Mackinac Bridge. Paramos na cidade de Mackinaw City, esta sim bem bonitinha, para apreciar a vista da  famosa ponte.

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Macknaw City

Pretendemos voltar novamente para Mackinaw City para conhecer mais a cidade e conhecer também Mackinac Island, que é um dos pontos turístico mais famosos de Michigan. Só não fomos desta vez pois não estávamos com tempo e tínhamos que voltar para casa.

Esse foi o nosso primeiro passeio na Upper Peninsula, claro que tem muito mais lugares para se conhecer por lá. A região é muito bonita e foge do padrão americano de viagem pois é um passeio para se curtir a natureza, sem pressa, sem outlets, sem vida noturna e  sem grupos de excursões pelo caminho.

Informações sobre Mackinaw City aqui

informações sobre Sault Saint Marie aqui

Abraços

Juliana

Todos os textos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole

Rumo a UP NORTH !!! Parte 1

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Para os que não sabem, o estado de Michigan é composto por duas penínsulas a Lower Península (carinhosamente apelidada de “mitten”, em referencia a um tipo de luva de inverno) e a Upper Península.

Na lower Península se concentra as principais cidades do estado como Detroit e a capital de Michigan que é a cidade de Lansing (não, Detroit não é a capital de Michigan).

A Upper Península de Michigan é a parte, vamos dizer, mais rústica do estado de Michigan, e desconhecida da grande maioria das pessoas que não são residentes de Michigan. Só tenho uma coisa a dizer sobre a Upper Península: foi uma surpresa !!!!

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As duas penínsulas que representam o estado de Michigan.

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Maneira divertida de representar o estado de Michigan!

Para chegar na Upper Península é preciso atravessar a famosa Mackinac Bridge (apelidada pelos Michiganders de Big Mac) que liga a cidade de Mackinaw City na Lower península a cidade de St. Ignace na Upper Península (tem que pagar pedágio no valor de $4 dólares – único pedágico existente no estado de Michigan). Esta ponte pênsil  foi inaugurada em 1957 (antes a travessia era feita de balsa) e é a quinta ponte suspensa mais longa do mundo com aproximadamente 8 quilometros de comprimento.

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Mackinac Bridge photo: britannica.com

Mais informações sobre a Mackinac Bridge aqui.

E lá vamos nós fazer o nosso

E lá vamos nós fazer o nosso “batismo” e atravessar a Mackinac Bridge rumo a Upper península.

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Pedágio na chegada na Upper Península.

O nosso objetivo nessa nossa primeira viagem para a Upper península era conhecer as famosas Pictured Rocks na cidade de Munising O tempo de viagem entre Detroit e Munising na Upper península é de aproximadamente 7 horas de carro. Cabe lembrar que depois que se cruza a Mackinac Bridge e pega a estrada em direção a Munising, a estrada é de mão simples mas bem conservada. É recomendado estar com o tanque do carro cheio e com comidinhas a disposição já que as opções de paradas neste trajeto são poucas.

Chegamos em Munising bem a noite e fomos direto para o hotel. Ficamos hospedados no Americiin de Munising, um hotel bom com uma boa relação custo/beneficio e tem a vantagem de ter piscina aquecida coberta, o que é uma boa opção para as crianças no final de um dia inteiro de passeio e que ainda tem energia demais para ficarem trancadas do quarto do hotel. Na alta temporada que vai do mês de maio ao inicio do mês de setembro é aconselhado fazer reservas antecipadas, pois os hotéis lotam. Existem também diversas opções de campingrounds para quem quiser entrar no clima rústico da região.

Campingrounds em Munising clique aqui.

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Centrinho de Munising

Munising é uma cidade pequenininha com aproximadamente 2,500 habitantes e que vive praticamente do turismo. A grande atração de Munising são as famosas Pictured Rocks, que são formações rochosas que beiram a costa voltada para o Lake Superior e as dezenas de cachoeiras espalhadas pela região.

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Munising com o Lake superior ao fundo.

No dia seguinte, após dar uma checada na previsão do tempo, resolvemos fazer o passeio para ver as Pictured Rocks logo pela manhã. Todo mundo fala que o passeio no final da tarde é muito mais bonito pois os raios do sol batem nas rochas enaltecendo as cores, mas como a previsão era de chuva para o fim do dia, resolvemos não arriscar. Bem no centro de Munising onde fica o píer com os barcos tem o local onde vende os tiquetes para o passeios e que também é uma loja de souviniers. Resolvemos fazer o passeio nos barcos tradicionais, os tiquetes para adultos custaram $37 dólares e para criança $10 dólares. Tem também passeios com jet-boats e de caiaque, que deve ser o máximo mas acabamos não fazendo pois choveu no dia seguinte.

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Vale muito a pena o passeio, ele dura cerca de 2 horas e a cor da água do Lake Superior e as formações rochosas são muito bonitas.

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Pictured Rocks

Pictured Rocks

Pictured Rocks

Pictured Rocks

Pictured Rocks

Pictured Rocks

Pictured Rocks

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Passeio de caiaque

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Pictured Rocks

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Quando o sol aparecia, a cor da água ficava em um tom verde-esmeralda lindo!!

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Pictured Rocks com o barco que fizemos o passeio vista do alto.

Mais informações sobre Pictured Rocks aqui.

Munising também é conhecida or inúmeras trilhas e cachoeiras. A grande maioria delas é de facil acesso e bem sinalizadas.

Para ver as cachoeiras de Munising, clique aqui.

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Uma das inúmeras cachoeiras de Munising

Este é um pedacinho da nossa viagem para a Upper Península, em breve mais posts sobre esta viagem!!

Rumo a UP North! Parte 2 clique aqui.

Mais informações sobre Munising aqui.

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Abraços

Juliana

Disney Express – Morar nos EUA

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Até que enfim ….Disney!

No finalzinho das  férias escolares de verão, resolvemos aproveitar e ir viajar para algum lugar aqui dos EUA, pois como vocês sabem amamos viajar! Tínhamos apenas cinco dias e, depois de muito pesquisar, resolvemos de última hora ir para a Walt Disney World em Orlando, que fica à duas horas e meia de avião daqui de Michigan. Desde que nós nos mudamos para os EUA o Theo fala que quer ir conhecer a Disney, então lá fomos nós.

Normalmente uma viagem para Disney sempre é super planejada, mas como não tínhamos tempo fomos com a cara e a coragem mesmo. Compramos o pacote de viagem direto no site da companhia aérea Delta, no Delta Vacations, pois foi a que  nos forneceu a melhor relação custo/benefício já que compramos o pacote em cima da hora (uma semana antes da viagem) e como temos o plano de fidelidade Skymiles tinhamos alguns beneficios na compra do pacote e ainda acumulamos mais milhas no programa.

Também li várias dicas sobre a  Disney em diversos sites e blogs e também tive a ajuda de amigas que já foram para lá.

Pegamos o vôo para Orlando em um sábado à noite (perdemos o sábado mas era o melhor custo de passagem aérea) e voltamos na quarta-feira no final da tarde. Tínhamos apenas 3 dias para ir nos parques, então no domingo fomos no Hollywood Studios, na segunda no Epcot e para fechar em grande estilo deixamos o Magic kingdom para terça-feira. Não deu para fazer os quatro parques da Disney, o Animal Kingdom ficou para uma próxima vez, assim como os parques da Universal.

Assim que fechamos o pacote para a Disney já fiz o meu cadastro no My Disney Experience e baixei o App da Disney no meu celular. Esse dispositivo é fantástico! É possível reservar os fastpass, ver o mapa dos parques, as atrações, e o tempo de fila em cada brinquedo.

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Magic Band: você usa essas pulseiras para entrar nas atrações com o fastpass, para comprar nas lojas e restaurantes dentro do Complexo Disney e até para as fotos com os personagens. O Theo ficava todo empolgado quando o rostinho do Mickey ficava verde na hora de entrar nas atrações!

Como ficamos apenas alguns dias e queríamos curtir só a Disney (pois não teríamos tempo para fazer outros passeios) não locamos um carro em Orlando. Fizemos o translado do aeroporto para o Hotel no ônibus da Disney e nos deslocamos do hotel para os parques temáticos também com os ônibus. Mas se você está indo para a Disney para ficar mais dias e que ir nos outros parques também (Universal, Busch Gardens, parques aquáticos ….) alugue um carro. Com um carro você tem a liberdade de ir para onde você quiser, vai poder passear por Orlando, fazer compras nos Outlets, jantar em restaurantes fora do complexo Disney. Somos super a favor de alugar carro durante as viagens!

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A magia já começa no aeroporto na hora de pegar o ônibus para o Hotel.

Pela questão tempo também, e por não termos alugado um carro, ficamos hospedados em um hotel dentro do complexo Disney. Ficamos no Disney Pop Century que é uma das opções mais baratas lá dentro. O hotel é legal, mas com o preço que pagamos é possível ficar hospedado em um hotel muito melhor fora do complexo Disney. Como foi a primeira vez do Theo na Disney, ficar neste hotel acrescentou uma magia a mais na viagem pois o quarto tem decoração com o tema Disney (nos edredons, nos quadros das paredes, na toalha enrolada na cama no formato do Mickey, os sabonetes e shampoos personalizados Disney). Na área externa do hotel tem imagens dos personagens enfim….estas coisas que os pais querem oferecer para o filho e que depois que termina a viagem ele nem lembra mais.

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Área externa do Pop Century Resort

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Pequenos mimos para quem fica hospedado dentro do complexo Disney.

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Esperando o ônibus para os parques. Super organizado o esquema de transporte dentro da Disney.

Achei a hora do café da manhã muito tumultuada com aquele monte de gente segurando bandeja de comida para todos os lados e aquela confusão de crianças se auto-servindo de bebidas nas máquinas, uma loucura. Prefiro um café da manhã mais tranquilo. O hotel tinha três piscinas mas só curtimos a piscina no último dia da viagem pois nos outros dias chegávamos tão cansados que só queríamos tomar banho e dormir. Mas valeu a experiência de ficar em um hotel dentro da Disney.

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Área externa do Disney Pop Century. Só curtimos um pouco a piscina no último dia.

Para mim o Magic Kingdom foi o melhor parque dos três. Amei tudo no Magic Kingdom, a cenografia é perfeita, as atrações são muito legais, o Theo entrou em todos os brinquedos que ele quis e encontrou com os seus personagens preferidos lá dentro, só fiquei frustrada em não conseguir tirar foto com nenhuma princesa da Disney, pois as filas eram grandes e como mãe de menino ele não estava nem aí para as princesas, queria mesmo encontrar com o Buzz Lightyear. Também vale muito a pena driblar o cansaço de um dia inteiro batendo perna no parque e ficar até a noite para assistir ao show de imagens e luzes “Wishes” em frente ao castelo da Cinderela, é lindo e emocionante!! Gostei também do Hollywood Studios , tem atrações bem legais como o “Star Tours” e o “Toy Story Midway Mania” e o show noturno “Fantasmic” também é ótimo.

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O famoso Castelo visto por trás. E para eu explicar para o Theo que não dava para subir na torre …kkkk

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Foto oficial do Magic Kingdom

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Agora com o papai !

Acho importante falar aqui que tem algumas atrações onde se a criança não fala a língua inglesa ela pode ficar meio perdida e não achar graça , como no caso da atração dos “Mosters Inc. Laugh Floor” (Magic Kingdom)  e “Turtle talk With Crush” (EPCOT). Fomos nas duas e o Theo conseguiu entender e dar risada com  as histórias,  já eu com esse meu inglês que já melhorou muito mas ainda precisa melhorar mais, fiquei perdida em algumas partes. Em algum dos blogs que eu pesquisei eu li que tem disponível aqueles fones de ouvido com o áudio traduzido das atrações no serviço de atendimento aos visitantes do parque. Vi pouquíssimas pessoas usando esse dispositivo, na verdade acho que não é muito necessário pois são poucas as atrações que precisam que você fale inglês para poder curti-las.

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Atração dos Monstros S.A. Se você não fala onglês vai ficar meio perdido nela.

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Me senti dentro do filme “Enrolados”, a cenografia do Magic Kingdom é perfeita!

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Momento mais que especial……horário reservado para conhecer o Mickey!! Ele deu muita atenção para o Theo e acredita que a voz dele é igual a do desenho!!!

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Essa foto não podia falar ! Theo o os seu personagens preferidos!

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Programe-se para assistir as “Parades”, são lindas!  Pegue o guia com os horários na entrada do parque e chegue antes para pegar um bom lugar.

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Isso foi o mais perto que eu consegui chegar de uma princesa …buááá

O Magic Kingdom estava bem cheio neste dia, atrações como a nova montanha-russa “Seven Dwarfs Mine Train” tinha fila de duas horas durante o dia todo e não havia mais fast-pass disponível para ela. Uma inovação nas filas de espera que eu achei bem legal foi na atração do Dumbo:  você recebe um dispositivo similar aqueles de espera de restaurantes quando você entra na fila da atração, lá dentro tem uma área de espera em forma de  circo para as crianças brincarem enquanto esperam a sua vez de irem no brinquedo e os pais aproveitam para descansarem sentados e no ar-condicionado, aí quando chega a sua hora de ir na atração o dispositivo toca, assim você não fica em pé na fila esperando, achei ótimo!

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Inovação na fila de espera da atração do Dumbo.

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Show “Wishes”para encerrar um dia perfeito no Magic Kingdom!

Sobre a alimentação nos parques da Disney, não tem como fugir muito dos hot-dogs, hamburgueres e batatinhas porém, se você reservar um almoço ou jantar nos restaurantes dos parques é possível se alimentar um pouco melhor. Levei na mochila garrafa de água que eu ia repondo quando encontrava um bebedouro, barrinha de cereal, batatinhas  tipo Pringles, castanha de caju e mais algumas besteiras para matar a fome durante o dia. A noite jantávamos no restaurante do hotel mesmo onde encontrei uma boa opção de macarrão com frango. Não espere opções sofisticadas de jantar nos hotéis da Disney do padrão do Pop Century Resort, é no esquema “praça de alimentação de shopping”  mesmo, onde você escolhe o que quer comer, paga, senta na mesa para fazer a refeição e depois joga o seu lixo fora. Outra opção é jantar em algum restaurante da Downton Disney (T-Rex e Rainforest Café são boas opções) agora,  se você estiver de carro, você pode sair do complexo Disney para jantar nos restaurantes de Orlando onde opção de restaurantes é o que não falta.

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Hollywood Studios

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Outra foto que não podia faltar!

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Hollywood Studios – Outra atração onde os meninos piram !!!

Já o EPCOT não me surpreendeu muito. Em vários brinquedos o Theo não podia entrar por causa da altura e em algumas atrações onde ele podia entrar como o “The Seas with Nemo and Friends” ele achou sem graça. O que valeu a pena no Epcot para mim foi o “Test Track by Chevrolet” (recomendo o uso do fastpass pois a fila era enorme) e o “Soarin”, dizem que o “Mission: Space” é bem legal mas o Theo não pode entrar por 1 centímetro! A parte do fundo do EPCOT  que representa os diversos países do mundo é muito legal para passear e almoçar/jantar. Na minha opinião eu achei as atrações meio fracas para quem vai com criança por volta dos seis anos de idade, mas esta é a minha opinião, conheço pessoas que amaram o EPCOT.

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EPCOT

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Região do Epcot que representa os países. Para mim  e a parte mais bonita do parque.

Fomos uma noite na Downtown Disney (na noite do dia em que fomos no EPCOT) e no dia  de virmos embora. É bem legal, tem várias lojinhas e restaurantes. Tem uma loja gigante da Disney o que é uma perdição para o bolso dos papais! Eu que sou adulta, e já fui em outras lojas da Disney aqui nos EUA, fiquei maluca lá dentro, principalmente na parte de acessórios de cozinha com o tema Disney! Recomendo também tomar um sorvete na Ghirardelli, muito bom!

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Loja da Disney em Downtown Disney

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Ficamos doidos dentro dessa loja! dá vontade de comprar tudo!!

Foi a nossa primeira vez na Disney, foi super corrido mas valeu a pena. Claro que não deu para ver um monte de coisas pois é tudo muito grande. Parques como o Magic Kingdom precisam de dois dias de passeio na minha opinião. Também aconselho a quem for para a Disney com mais tempo, de reservar dias para descansar no hotel ou fazer um passeio mais tranquilo entre os dias de parque, pois cansa muito, ainda mais com criança, no terceiro dia já estávamos quebrados!

Não sou especialista em Disney, então recomendo os sites abaixo que me ajudaram muito no planejamento desta viagem de última hora:

Dica e indica Disney

Vai Pra Disney?

Site Oficial da Disney

Blog Colagem 

Espero que tenham gostado do post. Agora com o fim das férias vou ter mais tempo para o blog e vou trabalhar em temas do dia-a-dia daqui nos EUA como alguns leitores do blog tem me sugerido, mas com certeza o tema viagens sempre vai dar a sua cara por aqui!

Grande abraço

Juliana