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Warren Sand Dunes State Park – Michigan

Nosso cantinho no camping (foto @morarnoseua)

 Na semana passada abrimos a nossa temporada de camping aqui em Michigan! Já escrevi aqui no blog que gostamos bastante de acampar, principalmente porque aqui a infraestrutura dos campings são muitos boas, o ambiente é bem família (bebidas alcoólicas são proibidas dentro dos states parks), as crianças adoram e a gente sai completamente da rotina. Dá um trabalho danado sim, pois com criança a gente tem que levar praticamente a casa no bagageiro do carro, mas mesmo assim vale muito a pena e é a maneira mais econômica para curtir o verão de Michigan.

Warren Sand Dunes State Park (foto @morarnoseua)

Este nosso primeiro camping foi em lugar que ainda não conhecíamos e que nos surpreendeu muito! Ficamos no Warren Sand Dunes State Park, que fica localizado ao sul da costa oeste do estado de Michigan. O lugar é lindo e fica bem as margens do lago Michigan que é praticamente um mar de água doce. Este State park fica a 2 horas e 50 minutos de onde moramos e fomos para passar apenas o final de semana, mas para acampar compensa mesmo ficar pelo menos duas diárias. O ideal é entrar na sexta e sair no domingo. Muitos campgrounds nem aceitam reservas inferiores a duas noites.

Warren Sand Dunes State Park (foto @morarnoseua)

Na área da praia tem um bolsão de estacionamento bem grande  com área de apoio com banheiros limpos (tem trocador para bebes) e ducha externa para tirar a areia. Tem também dois quiosques  de praia (coisa rara aqui em Michigan) que vendem sorvete, hot-dog e guloseimas. Ainda na área do estacionamento, haviam dois food trucks vendendo tacos e hamburger, mas não sei se eles estão sempre lá.

Warren Sand Dunes State Park (foto @morarnoseua)

Chegamos no sábado e o tempo estava muito bom, com sol mas não tão calor. A praia tem faixa de areia grande, a areia é fina com algumas pedras e água cristalina (e gelada claro!). Mesmo com o vento, que acaba formando ondas no lago, as crianças se divertiram muito e passamos a tarde toda na praia! Outro atrativo dessa praia são dunas  que se formam e dá para subir no topo delas para apreciar a vista lá de cima. O por-do-sol visto de lá deve ser lindo, mas como agora est escurecendo tarde por aqui (o por-do-sol é por volta das nove e meia da noite) voltamos para a área do campground antes de começar a escurecer.

A área de camping fica localizada em uma área bem arborizada desse state park. Logo que você chega você tem que estacionar o carro e fazer a sua registration no office logo na entrada (nesta época do ano os campings lotam, então você já tem que ter a sua reserva feita online). A recepcionista irá verificar a sua reserva, solicitar a placa do veículo (tem que ter o recreation passport dos states parks), te passar algumas informações básicas e te entregar um papel que tem que ficar no seu carro, pois só pode entrar na área do campground quem esta hospedado lá dentro (visitantes que vem apenas para passar o dia na praia não podem entrar na área do camping, o que torna acampar por aqui ainda mais seguro).

Warren Sand Dunes State Park (foto @morarnoseua)

A  insfrestrurada era ótima com banheiros femininos e masculinos espaçosos, área de ducha para tomar banho individuais e separada dos banheiros, o que é ótimo para dar banho nas crianças. A água é quente e com bastante pressão. Logo na entrada do campground tem uma lojinha de conveniência que vende além de bugigangas lenha e gelo.  Todos os sites (que é o espaço reservado para você montar a sua barraca) tem mesa de pic-nic, fire-pit e ponto de energia elétrica, porém torneira com água potável apenas em alguns pontos. A parte ruim é que não tinha área de pia comunitária para lavar a louça suja e por motivos óbvios não se pode lavar louça suja de comida nas torneiras disponíveis, então a dica é levar tudo o mais descartável possível e bastante papel toalha para poder dar aquela limpada nas panelinhas e frigideiras.

Sempre quando reservamos o nosso espaço no camping gosto de ficar próxima (mas não do lado) da área dos banheiros por causa das crianças e nesse também tinha um playground pertinho da gente, além de uma área com uma tenda e um motorhome chamada “host-spot”, onde tinha vários livros para crianças e adultos emprestarem para ler durante a sua estadia no camping, além de livros para doação. No sábado de manhã também estavam servindo café por lá.

Para quem gosta de fazer trilhas, tem diversas trilhas pelo state park e deve ser muito legal faze-las, mas com crianças pequenas não arriscamos. Como área do camping não fica perto da praia, fomos de carro até lá (aproximadamente uma milha), mas quem curte uma aventura da para ir pelas trilhas pelas dunas.

No domingo, a idéia era levantar acampamento e passear pela regiáo de St Joseph que ainda não conhecemos, mas optamos em voltar para a praia do parque  e curtir a companhia dos amigos que estavam  no acampamento conosco. Devido a chuva forte que caiu durante a madrugada, a cor da água da praia não estava mais tão azul, porém estava menos gelada e tinha bastante pedrinhas  na areia, mas o sol saiu ficamos por lá até as 4 horas da tarde, antes de voltarmos para casa. As crianças aproveitaram muito!

Como já falei em post anterior, para fazer as reservas nos campings dos parques estaduais é só você entrar no site do DNR, super simples e fácil. Em alguns campings privados dá para reservar pelo site já em outros tem que ligar no local.

Tem muitas pessoas entrando em contato pelo instagram (@morarnoseua) pedindo dicas de viagens durante o verão aqui em Michigan. Como temos mais quatro campings reservados para este verão, pretendo compartilhar aqui com vocês a nossa experiência em cada um deles e deixar várias dicas! A primeira delas é que se você pretende acampar neste verão, corre para fazer a sua reserva pois já está praticamente tudo lotado, principalmente os campings dos States Parks, mas ainda é possível encontrar disponibilidades nos campings privados.

Abaixo segue links para os posts que já escrevi sobre acampar nos EUA.

Como é acampar nos EUA

Praias de Michigan

Silver Lake and Grand Haven

Abraços

Juliana Fontes

Todos os textos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog (citar a fonte) mas não copie e cole.

 

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Hotel para criança – Great Wolf Lodge

 

 

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Great Wolf Lodge (foto:google)

Quando planejamos fazer uma viagem com crianças, na maioria das vezes procuramos por hotéis que tenham alguma atividade para elas, principalmente quando o objetivo é ficar mais dentro do hotel, sem muitos passeios externos e descansar. No Brasil temos muitas opções bacanas que vão desde de pousadinhas charmosas, hotéis resorts na praia a hotéis fazendas no interior. Não somos uma família disposta a pagar diárias caras em hotéis (preferimos investir o dinheiro nos passeios) e em 95% das vezes em que viajamos aqui nos EUA ficamos hospedados  em hotéis de rede (padrão Holiday inn) ou até mesmo em campings (adoramos acampar). Mas eu vou ser sincera, aqui  em Michigan a rede hoteleira é bem fraquinha e não se iluda com o termo resort acoplado ao nome do hotel o que por aqui pode significar apenas que o hotel tem uma micro piscina aquecida.

Mas de vez em quando queremos fazer uma agrado para as crianças e para a gente também e ficar hospedados em um hotel mais bacana e family friend principalmente agora  que esta fazendo um frio danado lá fora e  as opções de atividades externas para quem tem uma criança de menos de 2 anos são poucas.

Dentro das poucas opções de hotéis family friend aqui em Michigan, temos os campings como o Yogi Bear Jellystone Park para ir durante os meses de verão, os hotéis em estações de Ski como o Boyne Mountain e o Crystal Mountain , o Kalahari (no estado vizinho de Ohio) e o Great Wolf Lodge  de onde acabamos de voltar.

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Parque aquático do hotel (foto: @morarnoseua)

O Great Wolf Logde é uma rede de hotéis com parque aquático presente em diversos estados americanos. Perto de onde moramos temos dois: o que fica localizado na cidade de Traverse City, aqui em Michigan  e o de Sandusky, em Ohio. Optamos por ir no de Ohio por ser mais perto (2 horas de viagem) e a diária ser mais em conta. Um fato que assusta quando você vai fazer reserva neste hotel é o valor da diária, uma média de $350 dólares por dia durante o fim de semana. É caro, principalmente quando você faz a conversão para Reais na sua cabeça brasileira. Conseguimos achar uma promoção de diária no Groupon onde pagamos $450 dólares por duas diárias incluso o pawpass (algumas atividades para crianças que você paga extra no hotel) e um upgrade para o quarto temático (tem as opções de quarto standard, temático e premium)

Outro fato legal do Great Wolf Lodge de Sandusky é que ele fica praticamente do lado do Cedar Point, que é um conjunto de parque temático e aquático bem legal que tem em Ohio para ir durante os meses de verão.

O quarto em que ficamos era bem espaçoso e acomoda bem uma família de 5 pessoas com uma cama queen de casal, uma bicama e mais um beliche. Tinha micro-ondas e frigobar no quarto o que é perfeito para famílias com crianças e também pia do lado de fora do banheiro o que é ótimo quando se tem que lavar mamadeiras.

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Nosso quarto temático (@morarnoseua)

O parque aquático do hotel é bem legal com opções de piscinas para todas as idades, e tem até uma hot-tub não muito quente onde as crianças também podem entrar. Tem vários salva-vidas pelo parque e funcionários controlando as crianças nos tobogãs para não ter o risco de uma cair em cima da outra. Tenho que admitir que eu achei a temperatura da água das piscinas um pouco fria e também tinha lugares do parque em que circulava uma corrente de ar frio. Cabe lembrar que estamos em dezembro e as temperatura lá foram estavam por volta dos zero graus.Também achei as partes comum do hotel meio frias. Levei bermuda e camiseta para circular pelo hotel  crente que estaria tudo quentinho lá dentro, mas passei os dias de calça jeans e moletom (ou eu que sou muito friorenta rsrsrs)

Sobre o restaurante principal do hotel  este deixa a desejar pelo preço que cobra. No jantar até que o valore é meio padrão americano mas o café da manhã é muito caro pelo o que oferece. Pagamos $15 dólares por adulto e $8,50 por criança por uma bandeja família com ovo mexido, panqueca, bacon e salsicha, 2 mini-muffins, uma fatia de bolo e um potinho com meia dúzias de frutas picadas Esta era a única opção de café da manhã e não dava para pedir apenas torradas com frutas, ou um waffle (como não gostamos de bacon e nem salsicha a comida ficou toda lá). Depois dessa, fomos no mercado do lado do hotel e na manhã seguinte tomamos o nosso café da manhã delícia no quarto com pãozinho, cream-cheese, queijo, frutas e chocolate quente.

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Única opção de café da manhã (foto: @morarnoseua)

Tem outras opções de lanchonetes dentro do hotel para comer um lanche, pizza, donuts, sorvete…

No hotel tem uma atividade chamada MagiQuest que o meu mais velho de 9 anos amou. É como se fosse uma gincana do tipo Harry Potter (você tem que comprar o kit do jogo e escolher uma varinha na loja do hotel) onde a criança tem que desvendar pistas e achar “objetos mágicos ” espalhados pelo hotel para se tornar um grande Mago. A idéia é interessante pois mantém as crianças entretidas andando pelos corredores do hotel depois de brincarem no parque aquático,  e os adultos também.

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Lojinha do MagiQuest (@morarnoseua)

No hotel também tem um espaço chamado Cubclub onde tem atividades como pintura e crafts e como padrão aqui nos EUA, também tem um Arcade com jogos eletrônicos. Como é mês de Natal no saguão de Natal tinha uma Gingerbread house em tamanho real montada onde você podia reservar para fazer uma refeição em família lá dentro e também todas as noites tinha foto com o Papai Noel. A noite também teve apresentação de música no saguão principal, tipo um teatrinho feito com personagens mecânicos, além de  contação de história e neve artificial no final do dia.

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Música e contação de historia no final do dia (@morarnoseua)

Senti falta de uma equipe de monitores mais ativos  com as crianças, que fizessem atividade mais direcionadas com elas, como tem nos resorts do Brasil. No Great Wolf Lodge só tinha monitores no cubclub e os pais tinham que ficar com as crianças.

Gostamos muito de ficar hospedados no Great Wolf Lodge de Sandusky. É um passeio perfeito para um fim de semana em família, sair um pouco da rotina, ainda mais agora nos meses de inverno onde não temos muitas opções ao ar livre com a criançada. Você já esteve lá? Deixe a sua opinião aqui nos comentários do blog!

Abraços

Juliana

 

Conhecendo o Texas

 

Dallas- Texas

Aproveitamos o feriado da Páscoa para conhecer o estado do Texas. Escolhemos esse destino pois era um lugar que nós ainda não conhecíamos, é quente e queríamos aproveitar a viagem para reencontrar duas famílias de amigos que não víamos há muito tempo e que moram por lá.

 Quero deixar aqui registrado que a minha idéia de um Texas com uma paisagem mais árida  tipo os filmes de cowboys que agente vê na TV ou de um lugar mais rústico foi por água abaixo quando desembarcamos em Dallas. Paisagem muito verde, cidade com avenidas largas, limpa, muita construção nova! Estradas para todos os lados e muito viadutos ligando todos os lugares. Na verdade, nós  que moramos em Michigan é que estamos no interior rsrs.

Uptown Dallas

Tiramos um dia para passear por Dallas e conhecer um pouco a região.   Estacionamos o nosso carro no subsolo do Museu de Artes de Dallas e pagamos $10 para deixar o carro lá o dia inteiro. Bem frente ao Museu de Arte tem um parque muito legal chamado Klyde Warren Park para ir com as crianças pois tem um splash playground onde as crianças podem brincar e se molhar. O dia estava quente por volta de uns  24°C o que para nós de Michigan é calor, então os meninos se divertiram bastante no parque. Na hora em que chegamos estava tendo aula de ioga no gramado do parque e tinham bastante gente participando e também estavam chegando vários foods trucks. Neste parque mesmo pegamos o bondinho/trolley (de graça) para ir até a região da uptown que é onde se concentra vários restaurantes.  Estes bondes  antigos que foram restaurados, fazem um trajeto bem legal pela uptown de Dallas e você pode descer e subir em qualquer ponto de parada que estão sinalizados nas ruas por onde ele passa e além do mais você não precisa pegar o carro e pagar outro estacionamento.

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Klyde Warren Park

Paramos para almoçar em um restaurante chamado Bread Winners Café&Backery, o restaurante é bem bacana as tem várias opções de comidas, lanches e cafés. O que eu gostei nesse restaurante foi o pátio interno com bastante plantas e com luz natural que foi onde ficamos para almoçar, outra coisa que eu achei  interessante foi o kids menu na contra capa de um livro infantil e a única falha do restaurante foi ausência de trocador infantil nos banheiros. Como precisava trocar a fralda do Thomas perguntei para o garçom se tinha algum lugar que eu poderia trocar-lo e ele me encaminhou para uma sala que não estava sendo usada no momento no restaurante onde havia vários sofás onde pude trocar.

Bread Winners Cafe

Trolley de Dallas

Não consigo entender qual a dificuldade dos estabelecimentos em colocar trocador nos banheiros, é uma coisa tão simples! É só fixar na parede o trocador inclusive, no banheiro masculino, deveria ser obrigado por Lei a ter.

Depois de almoço caminhamos um pouco a pé pela região da Uptown de Dallas e  encontramos uma cafeteria de chocolate chamada Sablon Chocolate Lounge e como não resistimos a um chocolate entramos lá para uma sobremesa.

No dia seguinte fomos conhecer o Distrito histórico Fort Worth Stockyard. É um quarteirão da cidade que reproduz o Texas antigo com a estação ferroviária, área de rodeio, desfiles de boi restaurantes especializados em carnes e as lojas que vendem artigos de couro como  botas e os chapéus de caubóis. Almocamos no H3 Ranch, um restaurante com estilo bem texano e comemos uma costela muito boa! Foi um passeio bem legal e o mais próximo que cheguei daquele Texas que aparece em Filmes.

Fort Worth Stockyards

Em Dallas ficamos hospedados na casa de amigos, então não tenho indicação de hotel por lá. Seguimos viagem de Dallas sentido Houston com um pequeno desvio no caminho na cidade de Waco pois o Leo descobriu um lugar para fazer wakeboard de cabo (Cable Park) e como em Michigan não tem e só faz calor três meses por ano ele quiser aproveitar a viagem pra matar a saudade de fazer wakeboard. O lugar é bem legal tem uma boa estrutura e os meninos se divertiram. Almoçamos em Waco mesmo em um restaurante de rede chamado Texas Roadhouse, surpreendentemente a carne e os acompanhamento que pedimos estavam muito bons! (Depois de mais de três anos morando nos EUA não  esperamos muita coisa de restaurantes de rede).

Cable park em Waco

Chegamos em Houston  já a noite em baixo de chuva! Como estávamos bem cansados da viagem fomos direto para o hotel. Ficamos hospedados no Sheraton Houston Brookhollow pois como deixamos para fazer a reserva em cima da hora era o com valor mais em conta, ficava um pouco afastado do centro mas para nos não tinha problema. O  hotel era bom mas já está pedindo uma renovação principalmente dos banheiros. Também não tinha frigobar no quarto o que para quem viaja com crianças faz falta (enchemos o balde de gelo que tinha no quarto com gelo para conservar o iogurte que tínhamos com a gente).

 Na manhã seguinte, tomamos café da manha no hotel e fomos direto para o Space Center da NASA . Passamos o dia todo lá e é um passeio bem legal para se fazer com crianças, principalmente meninos que tem essa afinidade com astronautas, foguetes e o espaço. Nossa ideia era fazer um almoço mais tarde em alguma churrascaria brasileira em Houston, mas saímos muito tarde da NASA e tínhamos combinado de jantar na casa de uma amiga brasileira que mora em Houston, então seguimos direto para a casa dela. Foi ótimo reencontra-la e para tornar a visita melhor ainda os pais dela estavam lá de visita e eles são uma família muito querida por nós, mesmo sem nos ver há muitos anos! Para quem mora longe da família e doa amigos esses reencontros aquecem o coração!

Nasa Space Center

Nasa Space Center

 

Por dentro do Space Center

Saturno V

No dia seguinte os nossos planos de passear na parte da manhã pelo centro de Houston furaram pois estava chovendo e tínhamos que voltar dirigindo até Dallas (4 horas) para pegar o nosso voo de volta para Michigan. Antes de sairmos de Houstom paramos em uma padaria Mexicana chamada El Bolillo Bakery que vende todos os tipos de pães gostosos que você pode imaginar, inclusive pão francês! O único problema é que não tinha mesinhas lá dentro para comer, mas enchemos a nossa bandeja de gordices e fizemos pic-nic de café da manha no carro mesmo.

Nossa bandeija de pãezinhos do El bolillo

A viagem foi corrida mais super legal! Com certeza Houston pede mais dias de visita porém deu pra conhecer um lugar novo e reencontramos amigos queridos!! Gostamos muito do Texas e recomendamos viajar para lá sim! Dizem que Austin e Santo Antonio são muito legais também!

Blogs com dicas ótimas sobre o Texas:

Aprendiz de Viajante

Alo Houston!

Abraços

Juliana

Todos os textos e fotos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
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Fim de semana em Petoskey-MI

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M119 – Harbor Springs

No final do mês de outubro fomos conhecer a região de Petoskey aqui  de Michigan que fica na  área conhecida como Little Traverse Bay. Petoskey é um destino de praia (praia formada pelo gigantesco lago Michigan) muito frequentado nas férias de verão aqui de Michigan entre os meses de Maio e Setembro. Porém no outono a região também faz sucesso devido a mudança nas cores das folhas das árvores que vão do tom vermelho, passando pelo laranja até chegar no amarelo ouro o que dá para a região um efeito visual lindo!

Saímos na sexta-feira a tarde e ao invés de ir direto para Petoskey desviamos para oeste sentido Traverse City. A viagem em si em direção ao norte de Michigan já é por si só um deleite para os olhos, ver todas aquelas árvores coloridas beirando as estradas é lindo demais! Já estivemos em Traverse duas vezes mas como desta vez estávamos com os meus pais queríamos que eles também conhecessem esta cidade que é um dos destinos turísticos mais famosos aqui de Michigan.

Chegamos quando já estava anoitecendo em Traverse e ficamos hospedados no Grand Beach Resort Hotel. O Hotel fica bem localizado, bem de frente para a praia. O tempo não ajudou muito, estava frio e com uma garôa fininha. O hotel tinha uma piscina indoor o que foi o ponto alto para o Theo nesse primeiro dia de viagem. Depois da piscina e de um banho saímos para jantar. Os restaurantes da rua principal do centro de Traverse City estavam bem cheios, acabamos jantando em um restaurante mais próximo do hotel, já que com um bebe não da para arriscar ficar em fila de espera em restaurante.

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Praia em frente ao Grand Beach Resort Hotel. No verão deve ser ótimo!

Recomendo fortemente reservar os hotéis antes de ir para esta região. Mesmo não sendo alta temporada, a maioria dos hotéis estavam lotados! Se você também tem a intensão de jantar em algum restaurante em especial também recomendo ligar para o local durante o dia e fazer reserva se não quiser esperar mais de uma hora na fila por uma mesa.

O quarto do hotel era muito bom,  com duas camas queen-size, uma mini copa com microondas, frigobar e pia o que facilita a vida de quem esta com um bebe e precisa fazer papinhas e preparar mamadeiras. O ponto negativo do hotel foi a não disponibilidade de berço para bebe (esqueci de solicitar quando fiz a reserva), um cheiro (fraco) de cigarro no quarto, mesmo o hotel sendo smoky-free e a sala de café da manhã era muito pequena com relação ao tamanho do hotel, o que tornou a hora do café da manhã tumultuada.

No dia seguinte , o tempo estava um pouco melhor e passeamos um pouco pela cidade.  Fomos conhecer o The Village Grand Traverse Community. Para mim o mais legal do local é a área externa, o que rendeu bonitas fotos. Lá também tem restaurante e lojinhas.

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The Village Grand Traverse Community

Na saída paramos na Grand Traverse Pie Company, um lugar famoso pelos diversos tipos de tortas doces. O lugar é super gostosinho, paramos lá para tomar um chocolate quente e recomendo visitar o local. Além das tortas vi saindo vários sanduiches bem apetitosos!

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Pie Company em Traverse City

O centrinho de Traverse é cheio de restaurantes e lojinhas, super charmoso o que  pede uma caminhada a pé, mas desta vez o nosso destino era mais ao norte então só passamos de carro. Recomendo se tiver tempo de viagem, reservar um dia inteiro  para curtir a região central de Traverse City. Traverse também fica perto de Glen Arbor e de Sleeping Bear Sand Dunes, dois lugares que vale a pena a visita se você ainda não esteve lá.

Nossa viagem para Traverse City esta aqui.

E para quem gosta de cerveja existem várias cervejarias pela região além das vinícolas.

De Traverse City pegamos a estrada US-31 sentido Petoskey. O viagem durou em torno de uma hora e o trajeto beirando o lago Michigan é lindo! No caminho existem várias farms que vendem  maçãs na beira da estrada. Um pouco antes de chegar em Petoskey passamos por uma cidade chamada Charlevoix que fica situada entre o lago Michigan e o lago Charlovoix, só de passar por ela já me deu vontade de para e almoçar em algum restaurante de lá de frente para o lago, uma cidadezinha super charmosa.

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US-31 a caminho de Petoskey

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Charlevoix-MI

Chegamos em Petoskey no começo da tarde. Ficamos hospedados no Comfort Inn, um hotel padrão aqui nos EUA. A recepção era um pouco datada mas  o quarto e banheiros eram bons. Ficamos hospedados no segundo andar e como o hotel não tinha elevador tivemos que subir pelas escadas com as malas. O café da manhã, padrão americano, estava melhor que o do hotel de Traverse City.

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Petoskey-MI

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Bayfront Park em  Petoskey

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Lake Michigan – Bayfront Park Petoskey

Saímos do hotel e fomos conhecer a loja de chocolates Kilwins Chocolate Kitchen que fica bem na avenida principal que beira o lago. A loja é bem bacana e além dos chocolates e sorvetes, vende aqueles fudges típicos da região norte de Michigan e a pipoca caramelizada que o Theo adora. Se você se programar com antecedência dá para fazer um tour pela fábrica de chocolates. De lá paramos no Bayfront park que fica bem na beira do lago (na estrada um pouco mais ao norte desse park tem o Sunset Park, que fica na parte alta da estrada e é um ótimo local para tirar fotos). As árvores estavam lindas com as cores do outono! Tinha um playground bem bacana também mas como já era fim de tarde o vento frio encurtou o nosso tempo no parque.

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Petoskey-MI

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Kilwins chocolate kitchen em Petoskey

Quase em frente ao Bayfront park tem o Bear River Valley Recreation Area, um lugar bem tranquilo e gostoso para fazer caminhada. A ponte de arcos que tem logo na entrada é bem bonita, vale a pena o passeio se você gosta de caminhadas ao ar livre. A cidade em si é bem bonita e possui muitas casas em estilo vitoriano que dá todo um charme para o local. Por ficar em uma colina, Petoskey tem uma vista privilegiada do Lake Michigan.

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Petoskey- Bear River Valley

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Bear River Valley – este parque fica bem no centro de Petoskey

A noite, deixamos os meninos com os avós no hotel e saímos para um jantar a dois. Por coincidência estava tendo a Restaurant Week em Petoskey bem neste fim de semana. Escolhemos o restaurante Pallete Bistro para ir e acertamos na escolha, A comida estava muito boa, o lugar super aconchegante! Nossa passagem por Petoskey foi rápida, com certeza iremos voltar para desbravar mais a cidade.

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Centrinho de Petoskey-Mi

Mais sobre a cidade de Petoskey e o que fazer por lá clique aqui.

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M-119 Tunnel of Trees

No dia seguinte  deixamos o hotel para conhecer o famoso Tunnel of Trees. Tunnel of Trees Scenic Heritage Rte é como é conhecido o trecho da estrada M119 entre  as cidades de Harbor Springs e Cross Village ao norte de Petoskey. Esse trecho tem 20 milhas (aproximadamente 32 quilometros) e está entre uma das estradas mais bonitas de Michigan e é muito procurada nesta época do ano por causa das cores das folhas das árvores durante o outono.

O dia estava um pouco nublado mas a paisagem continuava  linda para o passeio! O nosso hotel estava localizado bem na saída para a M119. Logo no início da estrada tem a Cervejaria  Petoskey Brewing, que é parada obrigatória para os amantes de cerveja. A caminho de Harbor Springs do lado esquerdo da estrada vai estar o Petoskey State park. Se você estiver com tempo, vale parar e desbravar a região. O parque fica  em frente ao lago Michigan e deve ser lindo.

Continuando na M119, a próxima parada foi em Harbor Springs. Fiquei encantada com Harbor Springs! É uma cidadezinha bem pequena mas super charmosa. Na rua que beira a praia tem uns casarões lindos! No verão aquele lugar deve ser o máximo. É em Harbor Springs que o famoso Tunnel of Trees começa de verdade.

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Pond Hill Farm- Harbor Springs

Outra parada bacana, logo depois de Harbor Springs é a  Pond Hill Farm. É uma fazenda que nessa época do ano fica cheia de abóboras. Um lugar bacana para fotografar e para quem tem crianças tem uma fazendinha e algumas brincadeiras como boliche de abóboras. Eles vendem vários tipos de cervejas e vinhos da região e para quem quer entrar no clima do outono de Michigan tem para vender os famosos dunuts com açúcar e canela e suco de maçã tradicional e o quente que parece um chá de maçã, muito bom!

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Pond Hill Farm

 

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Pond Hill Farm

Continuamos na estrada sentido norte. A M-119 neste trecho é estreita então as árvores ficam bem próximas uma das outras formando um verdadeiro túnel de árvores. É uma estradinha cheia de curvas, subidas e descidas, uma delícia de ir passeando observando a paisagem, sem pressa, mas prestem atenção no trafego pois mesmo ela sendo estreita ela é de mãos dupla e não tem faixa separando as pistas (o asfalto era novo, pode ser por isso) então um olho nas árvores e outro na estrada. Em alguns trechos da estrada é possível ver o Lago Michigan a sua esquerda (para quem esta indo sentido Norte). Praticamente não existem pontos de parada, pois a área de acostamento é bem estreita mas em alguns lugares é possível dar uma parada rápida com o carro para fotografar.

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M-119

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M-119 Tunnel of Trees

Este ano, a mudança das cores das folhas das árvores atrasou. Dizem que foi porque o frio demorou para chegar por essas bandas este ano. Normalmente a mudança das folhas nesta região mais ao norte de Michigan começa no final de setembro tendo o seu ápice no meio do mês de Outubro. Estivemos na região no fim de semana do dia 22 de outubro e ainda tinha vários trechos onde as folhas ainda estavam verdes. Este ano, só conseguiu ver tudo amarelo cor de ouro quem esteve na região entre a última semana de outubro e a primeira de novembro, o que foi totalmente atípico.

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Este trecho da M119 ainda estava bem verde, mas mesmo assim lindo!

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No final da mudança das cores a M-119 fica assim! (photo M-119 facebook page)

Um pouco antes de chegar em Cross Village tem uma vilinha na beira da estrada chamada de Good Heart, onde tem opções charmosas para tomar um chocolate quente. Mas cuidado, se você piscar voce passa por ela sem perceber.

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Uma paradinha no meio da M-119

 

A estrada termina em Cross Village que é praticamente uma rua onde fica  o Legs Inn, famoso restaurante e ponto de parada obrigatória  da pequena comunidade mas para a nossa surpresa ele já estava fechado para a estação. Tentamos comer alguma coisa no Old World Cafe que fica do outro lado da rua mas estava impossível de entrar, lotado. Fomos então conhecer a praia de Cross Village. Muito bonita, pena que o tempo fechou e estava aquele vento frio vindo do lago Michigan.

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Praia em Cross Village-MI

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Praia de Cross Village-MI

De lá pegamos estrada de volta para casa. Esta região da M-119 dá para ser explorada com mais calma, principalmente no verão para curtir as praias e os parques. Infelizmente só tínhamos tempo para passar por ela. Voltamos pela I-75, se tivéssemos um dia a mais iríamos até Mackinaw City para os meus pais conhecerem pois estávamos bem pertinho, a menos de meia hora de carro. A volta foi bem puxada, paramos para almoçar na cidade de Gaylord em um restaurante tipo buffet chamado Ponderosa Steakhouse, o que é raro por aqui. Então seguimos direto para casa com duas crianças no carro. No final o Thomas já estava cansado e chorou bastante. O ideal seria ter dormido em algum hotel no caminho e voltado no dia seguinte pela manhã, fica então a dica para quem esta com criança pequena.

 

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Este mapa mostra um roteiro bem bacana de viagem para se fazer por Michigan

Mais informações:

Pagina da M-119 no facebook

Pure Michigan

MyNorth

Petoskey Area

Traverse City

Abraços

Juliana

Todos os textos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
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Como é morar em Richmond na Virginia

E o post de hoje foi escrito pela Carol Mendes do blog Descobri a América que mora na cidade de Richmond, no estado da Virginia.

Obrigada Carol por colaborar com o blog!

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Meu nome é Carol Mendes, moro nos Estados Unidos há 4 anos, atualmente em Richmond, estado da Virginia. Mantenho um blog com dicas sobre a vida nos EUA chamado Descobri a América (www.descobriaamerica.com) e hoje vim contar pra vocês, leitores do blog Morar nos EUA, um pouquinho da minha vida aqui.

Sou de São Paulo, casada com um americano e mãe de dois garotinhos lindos. Nunca sonhei em morar na América, mas… “o amor não escolhe pátria” e isso resume bem como vim parar neste país.

Já morei em North Carolina, numa cidadezinha nas montanhas, fronteira com os estados de Tennessee e Georgia. Amo o sul dos Estados Unidos, principalmente os americanos sulistas!

Richmond não é uma cidade muito conhecida pelos brasileiros, mas é a capital do estado da Virginia e está situada a mais ou menos duas horas e meia ao sul de Washington, D.C. É uma das cidades mais antigas do país e muitos acontecimentos importantes na história americana aconteceram aqui. Prédios e bairros históricos, museus, monumentos e campos de batalha enriquecem e embelezam Richmond em toda a sua extensão. Até Pocahontas viveu aqui! J

Richmond City, em si, é relativamente pequena e contava com 220.289 habitantes em 2015, de acordo com o United States Census Bureau. Quando falamos sobre Richmond, geralmente nos referimos à Grande Richmond, ou seja, Richmond City e Condados de Chesterfield, Hanover e Henrico (subúrbios). A Grande Richmond conta com aproximadamente um milhão de habitantes.

Quem não mora em Richmond City, mora nos subúrbios (arredores) da cidade, por serem locais mais tranquilos (não confunda subúrbios com pobreza). Geralmente as famílias moram nos arredores porque a vida no centro é mais agitada, além dos preços dos imóveis do centro serem inacessíveis à maioria da população (entenda como milhões de dólares).

O que acho interessante nos arredores de Richmond City é que, em muitos lugares, não há calçadas. É chato porque, quando se você quer passear de carrinho com as crianças, é necessário ir pela rua (apesar dos carros trafegarem “devagar”).

Ter carro é algo essencial por aqui. Há transporte feito por ônibus (GRTC Transit System) mas a abrangência é limitada e não há linhas saindo de bairros residenciais.  Resumindo, sem carro você não vai a lugar algum.

Falando em carro, temos o sistema de trens da Amtrak que nos leva de Richmond a Washington em duas horas. Vale a pena para quem quer conhecer Washington mas não está a fim de dirigir e enfrentar o trânsito do caminho até lá, principalmente chegando na cidade.

 Sobre o clima, temos todas as estações do ano bem divididas: verão é quente (entre 28 e 40 graus Celsius, em média), inverno é frio mas na maioria das vezes não passa de zero graus Celsius, e primavera e outono são amenos. De janeiro a março é possível ter neve, mas é sempre pouca e derrete logo, às vezes até no mesmo dia.

 Para quem gosta de praia, estamos pertinho da costa leste! Virginia Beach, a mais famosa praia, fica a apenas 190 Km daqui.

 Há somente um mercadinho brasileiro, chamado Cantinho do Brasil. Quanto a restaurantes, há o Texas de Brazil e o Ipanema Cafe. A comunidade brasileira é bem pequena, o que pode ser ótimo para quem está querendo vir para uma cidade bacana aprender inglês e não ter contato com brasileiros (para evitar conversar em português).

De forma geral, adoro a minha vida nos Estados Unidos. Não pense que se trata de um país perfeito, pois não é; mas é onde me sinto em casa atualmente e onde posso preparar um futuro melhor para os meus filhos. Para quem sonha em vir pra cá, primeiramente é necessário ter em mente que morar e passar férias são universos bem diferentes. A decisão de morar aqui tem que ser tomada de forma consciente, após extensa pesquisa e planejamento. E é para ajudar nessa busca de informações que eu e a Juliana tentamos contar em nossos blogs sobre a vida nos EUA como ela realmente é. Viver num país diferente, viver uma cultura e valores diversos, exigem uma alta capacidade de adaptação e humildade e isso não é pra todo mundo. Será que é pra você? Se quiser saber a minha opinião e experiências, te convido a visitar o blog Descobri a América no link abaixo. See you soon!

Carol Mendes

Blog: www.descobriaamerica.com

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Como é acampar nos EUA

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Quando morávamos no Brasil gostávamos de acampar, não íamos com muita frequência mas sempre que acampávamos era divertido, na maioria das vezes íamos para Ilha Bela/SP.

Quando nos mudamos para cá, ficamos impressionados com a quantidade de trailers e motorhomes com que cruzávamos pelas estradas durante o verão (entre os meses de maio a setembro) e de lojas especializadas na venda e aluguel de RVs (Recreational Vehicle – termo utilizado para descrever os trailers e motorhomes). Descobrimos que aqui em Michigan os americanos tem o hábito de acampar com a família durante os meses de verão e por causa disso a quantidade de áreas para campings e a infraestrutura toda envolvida é enorme!

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Os campings daqui são super estruturados, com sites na internet e associações. Aqui em Michigan os melhores locais para se acampar é no norte do estado e na costa oeste voltada para o lago Michigan. Muitos campings ficam lotados durante o período das férias escolares de verão americanas, então é necessário reservar com antecedência o seu “site” (espaço para colocar a sua barraca, trailer ou motorhome).

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Exemplo de distribuição das áreas em um campground.(Silver Lake resort and campground)

Existem praticamente dois tipos de campings aqui em Michigan: os que ficam dentro dos parques estaduais (State Parks) e os campings particulares. Ambos os campings tem ótima infraestrutura com banheiros/vestiários, sites (área para colocar a barraca ou RVs) demarcados com água e energia elétrica (com ponto de esgoto para o caso dos trailers/RVs), mesa de pic-nic e fire-pit (local próprio para fazer fogueira).

Tipos de Campground clique aqui!

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Exemplo de um RV campground (credit:http://copakekoa.com/)

Os campings aqui são ambientes bem familiar e seguros. As pessoas vem para curtir a natureza e os momentos em família e costuma ter muita criança. Tem lei do silencio (aparelho de som nem pensar), depois que escurece crianças não podem circular pelo camping desacompanhadas e na grande maioria dos campings é proibida a entrada de bebida alcoólica, principalmente se o camping pertencer a um parque estadual.

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Campground em Silver Lake, MI

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Nosso “site” (espaço) no camping (Silver Lake resort and campground).

Alguns campings particulares podem oferecer algumas opções a mais de lazer como piscina e playground. Como os Michiganders (moradores de Michigan) gostam de aproveitar o verão para curtir os inúmeros lagos que tem aqui na região, os campings que tem acesso aos lagos possuem rampa, píer e área de estacionamento para carretas para quem quiser levar o seu barco ou jet-ski.

Com relação ao preço, este varia entre $30,00 a $50,00 dólares a diária do site, o valor vai depender da época do ano ou se é feriado. Normalmente no site pode ficar um casal com a quantidade de filhos que tiver e amigos podem dividir o espaço também, pagando uma taxa extra por barraca. Aqui em Michigan, pelo menos, acampar além de ser divertido tem uma relação custo/benefício bem interessante já que os hotéis daqui são caros pelo que eles oferecem. Dificilmente você irá pagar menos de $100 dólares na diária de um hotel simples durante o verão. Cabe lembrar que os hotéis daqui perdem de longe para as pousadinhas charmosas que temos espalhadas pelo Brasil, e café da manhã incluso na diária igual tem no Brasil nem em sonho aqui em Michigan!

Normalmente os campings ficam em cidadezinhas turísticas pequenas, e vamos ser sinceros, as opções de restaurantes para almoço ou jantar são fracas, então o pessoal aqui quando vai acampar leva tudo, pois campista de verdade prepara comida no camping!

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Os campings possuem as fire-pits para fazer fogueira (você tem que comprar a lenha). A criançada adora fazer marshmallow!!

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Hideaway Campground em Silver Lake,MI

Existem também áreas dentro dos parques para quem curte um acampamento bem rústico, no meio do mato mesmo no melhor estilo sem energia elétrica e banho de rio. Estes campings são chamados de forest campings e é só chegar e montar a barraca, mas é proibido abrir clareiras por exemplo. Site dos Forest campgrounds aqui.

Existem diversos termos específicos de camping que você tem que saber na hora de reservar o seu site em um camping aqui. O básico do básico é que saber que se você for acampar com barraca (tent) você precisa de um “eletrical/water site” (espaço com água e energia elétrica. Se você estiver com um trailer ou motorhome (RV) você vai precisar de um “full hookup site” (espaço com água, energia e esgoto). Neste site você encontra explicação para vários termos de campistas.

Se interessou em acampar por estas bandas? É só nos sites abaixo onde você vai encontrar todas as informações necessárias sobre os campings aqui de Michigan!

Site dos campings dentro de parques estaduais de Michigan aqui.

Site de campings particulares de Michigan aqui.

Post sobre nossa primeira vez em Silver Lake

Nossa vontade para este verão que passou era ter alugado um trailer, mas o verão passou rápido demais e acabamos não tendo esta experiência… ficou para o próximo verão!

Abraços!

 Todos os textos desta página são de direitos autorais da autora Juliana Fontes.
A cópia de tais textos é proibida por lei. Fique à vontade para compartilhar e divulgar o blog mas não copie e cole

Disney Express – Morar nos EUA

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Até que enfim ….Disney!

No finalzinho das  férias escolares de verão, resolvemos aproveitar e ir viajar para algum lugar aqui dos EUA, pois como vocês sabem amamos viajar! Tínhamos apenas cinco dias e, depois de muito pesquisar, resolvemos de última hora ir para a Walt Disney World em Orlando, que fica à duas horas e meia de avião daqui de Michigan. Desde que nós nos mudamos para os EUA o Theo fala que quer ir conhecer a Disney, então lá fomos nós.

Normalmente uma viagem para Disney sempre é super planejada, mas como não tínhamos tempo fomos com a cara e a coragem mesmo. Compramos o pacote de viagem direto no site da companhia aérea Delta, no Delta Vacations, pois foi a que  nos forneceu a melhor relação custo/benefício já que compramos o pacote em cima da hora (uma semana antes da viagem) e como temos o plano de fidelidade Skymiles tinhamos alguns beneficios na compra do pacote e ainda acumulamos mais milhas no programa.

Também li várias dicas sobre a  Disney em diversos sites e blogs e também tive a ajuda de amigas que já foram para lá.

Pegamos o vôo para Orlando em um sábado à noite (perdemos o sábado mas era o melhor custo de passagem aérea) e voltamos na quarta-feira no final da tarde. Tínhamos apenas 3 dias para ir nos parques, então no domingo fomos no Hollywood Studios, na segunda no Epcot e para fechar em grande estilo deixamos o Magic kingdom para terça-feira. Não deu para fazer os quatro parques da Disney, o Animal Kingdom ficou para uma próxima vez, assim como os parques da Universal.

Assim que fechamos o pacote para a Disney já fiz o meu cadastro no My Disney Experience e baixei o App da Disney no meu celular. Esse dispositivo é fantástico! É possível reservar os fastpass, ver o mapa dos parques, as atrações, e o tempo de fila em cada brinquedo.

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Magic Band: você usa essas pulseiras para entrar nas atrações com o fastpass, para comprar nas lojas e restaurantes dentro do Complexo Disney e até para as fotos com os personagens. O Theo ficava todo empolgado quando o rostinho do Mickey ficava verde na hora de entrar nas atrações!

Como ficamos apenas alguns dias e queríamos curtir só a Disney (pois não teríamos tempo para fazer outros passeios) não locamos um carro em Orlando. Fizemos o translado do aeroporto para o Hotel no ônibus da Disney e nos deslocamos do hotel para os parques temáticos também com os ônibus. Mas se você está indo para a Disney para ficar mais dias e que ir nos outros parques também (Universal, Busch Gardens, parques aquáticos ….) alugue um carro. Com um carro você tem a liberdade de ir para onde você quiser, vai poder passear por Orlando, fazer compras nos Outlets, jantar em restaurantes fora do complexo Disney. Somos super a favor de alugar carro durante as viagens!

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A magia já começa no aeroporto na hora de pegar o ônibus para o Hotel.

Pela questão tempo também, e por não termos alugado um carro, ficamos hospedados em um hotel dentro do complexo Disney. Ficamos no Disney Pop Century que é uma das opções mais baratas lá dentro. O hotel é legal, mas com o preço que pagamos é possível ficar hospedado em um hotel muito melhor fora do complexo Disney. Como foi a primeira vez do Theo na Disney, ficar neste hotel acrescentou uma magia a mais na viagem pois o quarto tem decoração com o tema Disney (nos edredons, nos quadros das paredes, na toalha enrolada na cama no formato do Mickey, os sabonetes e shampoos personalizados Disney). Na área externa do hotel tem imagens dos personagens enfim….estas coisas que os pais querem oferecer para o filho e que depois que termina a viagem ele nem lembra mais.

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Área externa do Pop Century Resort

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Pequenos mimos para quem fica hospedado dentro do complexo Disney.

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Esperando o ônibus para os parques. Super organizado o esquema de transporte dentro da Disney.

Achei a hora do café da manhã muito tumultuada com aquele monte de gente segurando bandeja de comida para todos os lados e aquela confusão de crianças se auto-servindo de bebidas nas máquinas, uma loucura. Prefiro um café da manhã mais tranquilo. O hotel tinha três piscinas mas só curtimos a piscina no último dia da viagem pois nos outros dias chegávamos tão cansados que só queríamos tomar banho e dormir. Mas valeu a experiência de ficar em um hotel dentro da Disney.

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Área externa do Disney Pop Century. Só curtimos um pouco a piscina no último dia.

Para mim o Magic Kingdom foi o melhor parque dos três. Amei tudo no Magic Kingdom, a cenografia é perfeita, as atrações são muito legais, o Theo entrou em todos os brinquedos que ele quis e encontrou com os seus personagens preferidos lá dentro, só fiquei frustrada em não conseguir tirar foto com nenhuma princesa da Disney, pois as filas eram grandes e como mãe de menino ele não estava nem aí para as princesas, queria mesmo encontrar com o Buzz Lightyear. Também vale muito a pena driblar o cansaço de um dia inteiro batendo perna no parque e ficar até a noite para assistir ao show de imagens e luzes “Wishes” em frente ao castelo da Cinderela, é lindo e emocionante!! Gostei também do Hollywood Studios , tem atrações bem legais como o “Star Tours” e o “Toy Story Midway Mania” e o show noturno “Fantasmic” também é ótimo.

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O famoso Castelo visto por trás. E para eu explicar para o Theo que não dava para subir na torre …kkkk

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Foto oficial do Magic Kingdom

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Agora com o papai !

Acho importante falar aqui que tem algumas atrações onde se a criança não fala a língua inglesa ela pode ficar meio perdida e não achar graça , como no caso da atração dos “Mosters Inc. Laugh Floor” (Magic Kingdom)  e “Turtle talk With Crush” (EPCOT). Fomos nas duas e o Theo conseguiu entender e dar risada com  as histórias,  já eu com esse meu inglês que já melhorou muito mas ainda precisa melhorar mais, fiquei perdida em algumas partes. Em algum dos blogs que eu pesquisei eu li que tem disponível aqueles fones de ouvido com o áudio traduzido das atrações no serviço de atendimento aos visitantes do parque. Vi pouquíssimas pessoas usando esse dispositivo, na verdade acho que não é muito necessário pois são poucas as atrações que precisam que você fale inglês para poder curti-las.

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Atração dos Monstros S.A. Se você não fala onglês vai ficar meio perdido nela.

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Me senti dentro do filme “Enrolados”, a cenografia do Magic Kingdom é perfeita!

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Momento mais que especial……horário reservado para conhecer o Mickey!! Ele deu muita atenção para o Theo e acredita que a voz dele é igual a do desenho!!!

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Essa foto não podia falar ! Theo o os seu personagens preferidos!

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Programe-se para assistir as “Parades”, são lindas!  Pegue o guia com os horários na entrada do parque e chegue antes para pegar um bom lugar.

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Isso foi o mais perto que eu consegui chegar de uma princesa …buááá

O Magic Kingdom estava bem cheio neste dia, atrações como a nova montanha-russa “Seven Dwarfs Mine Train” tinha fila de duas horas durante o dia todo e não havia mais fast-pass disponível para ela. Uma inovação nas filas de espera que eu achei bem legal foi na atração do Dumbo:  você recebe um dispositivo similar aqueles de espera de restaurantes quando você entra na fila da atração, lá dentro tem uma área de espera em forma de  circo para as crianças brincarem enquanto esperam a sua vez de irem no brinquedo e os pais aproveitam para descansarem sentados e no ar-condicionado, aí quando chega a sua hora de ir na atração o dispositivo toca, assim você não fica em pé na fila esperando, achei ótimo!

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Inovação na fila de espera da atração do Dumbo.

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Show “Wishes”para encerrar um dia perfeito no Magic Kingdom!

Sobre a alimentação nos parques da Disney, não tem como fugir muito dos hot-dogs, hamburgueres e batatinhas porém, se você reservar um almoço ou jantar nos restaurantes dos parques é possível se alimentar um pouco melhor. Levei na mochila garrafa de água que eu ia repondo quando encontrava um bebedouro, barrinha de cereal, batatinhas  tipo Pringles, castanha de caju e mais algumas besteiras para matar a fome durante o dia. A noite jantávamos no restaurante do hotel mesmo onde encontrei uma boa opção de macarrão com frango. Não espere opções sofisticadas de jantar nos hotéis da Disney do padrão do Pop Century Resort, é no esquema “praça de alimentação de shopping”  mesmo, onde você escolhe o que quer comer, paga, senta na mesa para fazer a refeição e depois joga o seu lixo fora. Outra opção é jantar em algum restaurante da Downton Disney (T-Rex e Rainforest Café são boas opções) agora,  se você estiver de carro, você pode sair do complexo Disney para jantar nos restaurantes de Orlando onde opção de restaurantes é o que não falta.

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Hollywood Studios

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Outra foto que não podia faltar!

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Hollywood Studios – Outra atração onde os meninos piram !!!

Já o EPCOT não me surpreendeu muito. Em vários brinquedos o Theo não podia entrar por causa da altura e em algumas atrações onde ele podia entrar como o “The Seas with Nemo and Friends” ele achou sem graça. O que valeu a pena no Epcot para mim foi o “Test Track by Chevrolet” (recomendo o uso do fastpass pois a fila era enorme) e o “Soarin”, dizem que o “Mission: Space” é bem legal mas o Theo não pode entrar por 1 centímetro! A parte do fundo do EPCOT  que representa os diversos países do mundo é muito legal para passear e almoçar/jantar. Na minha opinião eu achei as atrações meio fracas para quem vai com criança por volta dos seis anos de idade, mas esta é a minha opinião, conheço pessoas que amaram o EPCOT.

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EPCOT

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Região do Epcot que representa os países. Para mim  e a parte mais bonita do parque.

Fomos uma noite na Downtown Disney (na noite do dia em que fomos no EPCOT) e no dia  de virmos embora. É bem legal, tem várias lojinhas e restaurantes. Tem uma loja gigante da Disney o que é uma perdição para o bolso dos papais! Eu que sou adulta, e já fui em outras lojas da Disney aqui nos EUA, fiquei maluca lá dentro, principalmente na parte de acessórios de cozinha com o tema Disney! Recomendo também tomar um sorvete na Ghirardelli, muito bom!

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Loja da Disney em Downtown Disney

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Ficamos doidos dentro dessa loja! dá vontade de comprar tudo!!

Foi a nossa primeira vez na Disney, foi super corrido mas valeu a pena. Claro que não deu para ver um monte de coisas pois é tudo muito grande. Parques como o Magic Kingdom precisam de dois dias de passeio na minha opinião. Também aconselho a quem for para a Disney com mais tempo, de reservar dias para descansar no hotel ou fazer um passeio mais tranquilo entre os dias de parque, pois cansa muito, ainda mais com criança, no terceiro dia já estávamos quebrados!

Não sou especialista em Disney, então recomendo os sites abaixo que me ajudaram muito no planejamento desta viagem de última hora:

Dica e indica Disney

Vai Pra Disney?

Site Oficial da Disney

Blog Colagem 

Espero que tenham gostado do post. Agora com o fim das férias vou ter mais tempo para o blog e vou trabalhar em temas do dia-a-dia daqui nos EUA como alguns leitores do blog tem me sugerido, mas com certeza o tema viagens sempre vai dar a sua cara por aqui!

Grande abraço

Juliana